A biomédica esteta Jéssica Magalhães desmonta mitos sobre as olheiras e afirma que a aparência de cansaço não depende apenas de sono. Dados de estudos indicam que 78% das olheiras ocorrem mais em mulheres, o que reforça a relevância do tema para o público feminino. A especialista alerta para cuidado sob medida.
Não há solução única para o aspecto cansado. A avaliação deve considerar três pilares: profundidade, pigmentação e flacidez. A fisionomia, mais do que a rotina de sono, é determinante na percepção das sombras abaixo dos olhos.
Causas estruturais e fatores que influenciam
A profundidade da olheira está ligada à anatomia, ao formato ósseo e à sustentação dos tecidos, gerando uma sombra na região inferior. A pigmentação aparece como tom mais escuro, especialmente em peles negras, sem se intensificar ao esticar a pele. A flacidez decorre de pele menos firme e mais fina.
Abordagens de tratamento e importância da avaliação
Para casos de profundidade, a reposição de volume é usada com cuidado para suavizar o afundamento. Quando a pigmentação predomina, o clareamento da região é considerado, com cuidados contínuos. Nos quadros de flacidez, o foco está em estimular o colágeno para melhorar firmeza.
Muitos pacientes exigem a combinação de estratégias. O objetivo é suavizar o aspecto de cansaço mantendo a harmonia facial, sem alterar a fisionomia. A avaliação individualizada é destacada como essencial pela profissional.
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