Elon Musk afirmou que a Neuralink está prestes a alcançar avanços significativos com seus implantes cerebrais, descrevendo-os como “milagres científicos”. A declaração ocorreu durante a 9ª Cúpula Internacional de Mobilidade Inteligente Samson, realizada virtualmente em 18 de maio, em Israel.
A Neuralink trabalha para desenvolver interfaces cérebro-mundo com o objetivo de restaurar visão e mobilidade em pacientes com deficiências graves. Segundo Musk, ainda neste ano poderá ocorrer o primeiro implante voltado à chamada visão cega, buscando oferecer visão inicial mesmo que o paciente tenha perdido os olhos ou o nervo óptico.
Progresso da Neuralink e outros temas
Na entrevista, o tema da Neuralink foi parte de um panorama mais amplo sobre o progresso tecnológico do grupo de Musk, que também envolve a Tesla, robôs humanoides e a SpaceX. O CEO externou grande confiança na direção autônoma completa da Tesla, baseada apenas em câmeras e IA, afirmando que a tecnologia deve tornar-se significativamente mais segura que a condução humana.
Além disso, Musk projetou um futuro em que a maioria dos deslocamentos a pé seja feita por veículos autônomos nos próximos dez anos. Ele também destacou o robô humanoide Optimus, sinalizando previsões de aumento de robôs no cotidiano, com ressalvas sobre implicações éticas e de segurança.
Contexto e posicionamento
Musk afirmou que o objetivo da Neuralink envolve mitigar riscos associados à superinteligência digital, buscando uma eventual simbiose com a IA. Em diálogo anterior, o empresário já mencionou que a tecnologia atual já funciona como extensão digital do ser humano, citando dispositivos como smartphones.
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