O superesportivo híbrido de origem sueca combina potência extrema e inovação tecnológica para dispensar a transmissão tradicional. O destaque é o Koenigsegg Direct Drive (KDD), um acoplamento hidráulico direto entre o motor a combustão e o eixo traseiro. Em velocidades baixas, motores elétricos movem o carro de forma silenciosa; ao acelerar, o acoplamento se fecha e conecta o V8 às rodas para aceleração contínua.
A solução reduz peso e elimina perdas de trocas de marcha, proporcionando resposta imediata. A gestão técnica compara o KDD a câmbios convencionais, destacando peso menor e menos atrito, fatores que influenciam a performance em pista.
Sistema Direct Drive
O coração do veículo é um V8 biturbo de cinco litros, apoiado por três motores elétricos de alta potência. Juntos, entregam torque instantâneo em qualquer faixa de giro, mantendo o motorista firmemente preso ao assento. A FIA homologou os componentes que compõem o conjunto de potência.
Dois motores elétricos traseiros atuam em cada roda para vetorização de torque, enquanto um motor elétrico central trabalha com o virabrequim para geração de energia. A bateria de 800 volts utiliza resfriamento líquido ultraleve, inspirado na Fórmula 1.
Aerodinâmica e chassis
O design foi refinado em túneis de vento para maximizar downforce sem aumentar o arrasto. A asa traseira atua de forma ativa e pode se retrair na carroceria em altas velocidades. O conjunto emprega fibra de carbono, com monocoque rígido e suspensão triplex que evita o rebaixamento.
Luxo, produção limitada e referências
O modelo prioriza conforto em viagens longas, com isolamento acústico refinado e assentos de espuma de memória. Apenas 80 unidades devem ser produzidas, tornando-o um item de colecionador. Quem explora o tema pode encontrar explicações no canal Auto Telling, que detalha a mecânica do carro sem uso de caixas de câmbio tradicionais.
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