O RTX Spark, o novo superchip da Nvidia, foi apresentado na GTC Taipei 2026. O equipamento promete aliar IA local, criação de conteúdo e jogos de alto desempenho. A Nvidia afirma que notebooks finos poderão rodar jogos AAA com Ray Tracing em 1440p acima de 100 FPS, com foco em eficiência energética.
A companhia destaca que o RTX Spark combina uma GPU Blackwell RTX com uma CPU Grace, em parceria com a MediaTek, oferecendo memória unificada de até 128 GB. O objetivo é permitir que dispositivos ultrafinos entreguem recursos antes restritos a desktops.
O que é o RTX Spark
Segundo a Nvidia, o chip entrega até 1 petaflop de IA (FP4) e desempenho semelhante a uma RTX 5070. A arquitetura inclui Tensor Cores de quinta geração e suporte nativo a CUDA. A interconexão CPU-GPU ocorre via NVLink-C2C.
Especificações-chave
- GPU Blackwell RTX com até 6.144 núcleos CUDA
- CPU Nvidia Grace com até 20 núcleos
- Memória unificada de até 128 GB
- Suporte a ray tracing acelerado por hardware
- DLSS, Reflex e G-SYNC integrados
- Codificação AV1 por hardware; 12K 4:2:2 de decodificação
Impacto nos games e conteúdo
A Nvidia afirma que a plataforma poderá rodar jogos em 1440p com mais de 100 FPS, utilizando Ray Tracing e DLSS 4.5 Ray Reconstruction. O anúncio cita títulos como 007 First Light, Resident Evil Requiem, Forza Horizon 6 e Alan Wake 2 como exemplos exibidos.
Desenvolvimento de software e parcerias
Mais de 100 desenvolvedores já trabalham para adaptar ferramentas à nova arquitetura. Empresas como Adobe, Blender, CapCut e OTOY participam, ao lado de estúdios e publishers de games como Krafton, NetEase, Remedy e Riot Games.
Dispositivos e lançamento
A primeira geração de dispositivos com RTX Spark chegará na segunda metade de 2026. Notebooks premium e mini-PCs devem compor o lançamento, com parcerias previstas entre ASUS, Dell, HP, Lenovo, Microsoft Surface e MSI. Fabricantes como Acer e Gigabyte devem ampliar a oferta depois.
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