Bianca de Oliveira Santos, 21 anos, descobriu que as falhas no couro cabeludo tinham relação com alopecia de tração. A revelação veio após anos de extensões, fios presos e hábitos capilares que fragilizaram os fios.
Desde a infância, a jovem realizava procedimentos químicos e prendia o cabelo com frequência. As falhas começaram a ficar mais visíveis em 2020 e se intensificaram em 2024, afetando a autoestima e a rotina de aparência.
Alopecia de tração ocorre pela tensão repetida sobre os fios. O diagnóstico mudou o rumo do tratamento: interromper hábitos que promovem a tração passou a ser essencial para frear a progressão do quadro.
Os profissionais apontam que extensões, apliques e penteados presos por longos períodos podem danificar os folículos. O excesso de tensão, mantido por tempo prolongado, pode causar lesões permanentes.
Com a redução da tração, Bianca adotou novos cuidados capilares e passou a observar mudanças positivas. O cabelo ficou mais resistente, menos quebradiço e com aspecto mais saudável, o que aumentou a disposição para usá-lo solto.
Hoje, a jovem mantém a mensagem de alerta sobre os riscos da alopecia de tração e a cobrança de padrões estéticos. A experiência reforça a importância de diagnóstico precoce para preservar os fios e a saúde capilar.
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