Uma jovem chinesa foi hospitalizada com pancreatite aguda após adotar uma dieta de restrição alimentar extrema. O quadro ocorreu no domingo, após uma semana de alimentação quase zero. A paciente, identificada pela mídia local como Qingqing, tinha 1,55 m de altura e pesava 55 kg.
Entre segunda e sábado, a jovem consumiu apenas porções pequenas de legumes cozidos, peito de frango e frutas. No domingo, decidiu comer com maior intensidade, incluindo fondue, frango frito, chá com leite e macarrão apimentado. Em um mês, perdeu cerca de 7,5 kg.
O episódio doloroso surgiu com fortes dores no estômago, na cintura e nas costas, seguido de vômitos. Ela procurou atendimento no Primeiro Hospital Afiliado da Faculdade de Medicina da Universidade de Zhejiang, onde recebeu o diagnóstico de pancreatite aguda.
Segundo médicos, a ingestão calórica muito baixa deixou o pâncreas quase inativo. Quando houve o volume de gordura ingerido de uma vez, o órgão não conseguiu acompanhar a demanda. O alerta é de que dietas restritivas podem sobrecarregar o sistema digestivo.
A situação destaca que a pancreatite pode ter origem em padrões alimentares extremos usados para emagrecer. Especialistas explicam que o corpo pode levar semanas para comprometer o funcionamento do pâncreas sob esse regime rígido.
Alerta sobre dietas restritivas
A equipe médica reforça que não há benefício imediato em jejum prolongado. Em dietas que incluem períodos de restrição extrema, o risco de complicações aumenta caso haja ingestão repentina de grandes quantidades de gordura. O cuidado deve incluir orientação profissional.
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