O Lincoln Memorial Reflecting Pool continua sob escrutínio após a renovação, com algas que deixaram a água verde e fragmentos do revestimento que se soltam. O problema envolve também reclamações sobre o que foi instalado e se há falhas no tratamento químico ou na compatibilidade dos materiais.
A avaliação inicial aponta que não há um único fator responsável. Especialistas destacam a complexidade de piscinas de grande porte, onde manda o conjunto: estrutura, química da água, sistemas de filtragem e condições ambientais. A partir disso, várias hipóteses são discutidas sem conclusão.
A instalação envolve um sistema de membrana e, segundo especialistas, qualquer etapa mal executada pode comprometer todo o conjunto. Entre as hipóteses discutidas estão o possível desgaste do revestimento, a influência de peróxidos usados e a qualidade da adesão ao substrato.
O que se sabe sobre as mudanças
O governo federal mencionou o uso de nanobubbler, tecnologia que injeta oxigênio na água para controlar a proliferação de algas e, ao mesmo tempo, reduzir o fósforo no sedimento. Ainda não está claro como isso se conecta ao aparecimento das manchas verdes e ao descolamento do revestimento.
Fontes e perguntas pendentes
A origem da água, se proveniente do Tidal Basin ou de abastecimento municipal, não foi esclarecida pelos responsáveis. Dados sobre níveis de fosfato e nitrato no lago são relevantes para entender o crescimento de algas, mas ainda não foram divulgados.
Desdobramentos técnicos
Especialistas ressaltam que, para diagnosticar com precisão, seriam úteis imagens, vídeos e leituras de química da água. A falta de informações detalhadas dificulta apontar uma solução específica para o problema.
Impacto e próximos passos
Drenar o reservatório, que tem cerca de 6,5 milhões de galões, é uma operação expressiva. A principal dúvida é se o dano é local ou indica falhas sistêmicas no projeto ou na execução da renovação. O monitoramento contínuo é essencial até que haja um diagnóstico definitivo.
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