Como identificar e tratar problemas de ouvido em cães e gatos
Problemas de ouvido em cães e gatos, como otites e sarna otodécica, são mais comuns do que se imagina. Um levantamento do PetCenso Saúde, da Petlove, analisou dados de mais de 1 milhão de pets e aponta aumento no tema no cuidado veterinário.
A otite costuma ter origem multifatorial, associada a condições do ambiente do ouvido. Otites bacterianas ocorrem por bactérias oportunistas que proliferam quando há umidade e falta de prevenção adequada.
Raças com orelhas caídas, como Cocker Spaniel, Beagle, Golden Retriever e Basset Hound, ficam mais expostas. O formato favorece o abafamento do conduto auditivo e eleva o risco de inflamações.
Como identificar a otite em cães e gatos
Sinais aparecem principalmente no comportamento: coceira constante na região da orelha, vermelhidão e excesso de cera. Odor mais forte, às vezes adocicado, balançar a cabeça e esfregar o ouvido em móveis indicam problema.
Outro indicio é o desconforto demonstrado pelo animal durante o toque na região. A presença de secreção ou secreção com mau cheiro também sinaliza necessidade de avaliação.
Como prevenir problemas de ouvido nos animais
Observar o comportamento cotidiano ajuda a detectar alterações precocemente. Check-ups regulares facilitam identificar ácaros e inflamações antes da piora.
Entre os exames, a análise citológica otológica é útil para cães e pode aparecer entre os métodos diagnósticos em gatos. Ela identifica bactérias, fungos, parasitas e inflamações.
Cuidados simples ajudam a reduzir o risco: proteger o ouvido durante o banho com algodão e realizar higienização com cautela, respeitando intervalos para não comprometer a proteção natural.
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