Diferente de países de clima temperado, o Brasil mantém a atividade agrícola durante o ano, apoiado pela agricultura tropical, tecnologia e conhecimento sobre condições climáticas diversas. O país ampliou a produção de culturas de inverno, como trigo, aveia e cevada, além das safras de verão.
Em algumas regiões, ainda há segunda safra de milho e algodão após a colheita da soja, ampliando a ocupação das áreas agrícolas ao longo do calendário produtivo. O modelo é resultado de décadas de adaptação e uso de manejo, plantio direto e rotação de culturas.
O estudo produzido pela Croplife Brasil em parceria com a Nexus aponta clima e tecnologia como diferenciais competitivos do agronegócio brasileiro. Cerca de 17% dos formadores de opinião citam o clima e 12% a inovação como fatores centrais.
Para a Croplife Brasil, o desempenho atual exige ambiente regulatório alinhado à agricultura tropical. A entidade defende autonomia regulatória e investimentos contínuos em inovação, sem flexibilizar critérios ambientais e sanitários.
Segundo a organização, o Brasil mantém sistemas produtivos ativos no inverno com tecnologias adaptadas. A defesa de uma regulação adequada visa manter a produtividade sem depender de diretrizes de países com climas diferentes.
Destaques do estudo
A campanha O que é que só o Brasil tem? amplia o debate sobre a agricultura tropical e reúne dados, estudos e conteúdos sobre soluções nacionais para manter o rendimento em várias condições climáticas.
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