A Apple apresentará nesta quarta-feira (9) sua nova linha de celulares iPhone, no primeiro grande evento da empresa após a troca de CEOs. Segundo veículos da imprensa internacional como Bloomberg e The New York Times, será revelado o primeiro celular dobrável da companhia, que deverá se chamar iPhone Duo.
O evento, que acontecerá na sede da Apple em Cupertino, na Califórnia, terá o slogan “Surprise and Shine” (“Surpresa e Brilho”) e começará às 14h do horário de Brasília.
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Segundo analistas consultados pela Reuters, o novo aparelho poderá custar mais de US$ 2.500 (R$ 12722,75 na conversão direta atual) e se tornar rapidamente um dos principais produtos do mercado de celulares dobráveis. Para efeito de comparação, o iPhone 17 Pro Max custa a partir de US$ 1.199 nos Estados Unidos e R$ 11.499 no Brasil.
O modelo dobrável deve ter formato semelhante ao de um passaporte quando fechado.
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Apesar do preço elevado e de câmeras e processadores que podem não liderar o mercado em desempenho, especialistas apostam na força da marca e na base de clientes da Apple para impulsionar as vendas.
“Mesmo com um preço de US$ 2.500, o celular dobrável da Apple vai voar das prateleiras”, afirmou à Reuters Nabila Popal, diretora sênior de pesquisa da IDC. Ela estima que o produto possa gerar mais de US$ 45 bilhões em receita até o fim do próximo ano.
Samsung, Google e Huawei já comercializam aparelhos dobráveis há anos. A expectativa é que a entrada tardia permita à Apple aproveitar experiências dos concorrentes e reduzir problemas comuns desse tipo de dispositivo, como o desgaste das dobradiças e o vinco visível na tela.
Além do dobrável, a empresa deve atualizar as versões Pro e Pro Max do iPhone. Já uma renovação do iPhone Air e dos modelos básicos e mais baratos deve ficar para o primeiro semestre do próximo ano.
Nova Siri será outro foco
A Apple também prepara uma reformulação da Siri, considerada uma das principais apostas da empresa para recuperar espaço na inteligência artificial generativa.
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Analistas avaliam que uma atualização bem-sucedida pode aproximar o assistente da Apple de concorrentes como o Gemini, do Google. A companhia enfrenta pressão para mostrar que seus dispositivos podem servir como uma plataforma competitiva para recursos de IA.
O lançamento, porém, ainda enfrenta obstáculos regulatórios. Segundo analistas, a nova Siri pode demorar até 2028 para chegar à China e inicialmente não deve ser disponibilizada na Europa devido a disputas envolvendo regras locais.
*Com informações da Reuters
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