Diversificação busca reduzir o risco ao combinar ativos diferentes, mantendo o retorno. Em condições normais funciona, mas em cenários extremos a prática revela falhas entre o que parece ser diversificado e o que é real.
A proposta envolve fontes independentes de retorno e de proteção. A independência se sustenta quando a volatilidade aperta e a liquidez do mercado se ajusta, não diante de choques repetidos.
Nos momentos de stress, as correlações entre ativos tendem a subir, reduzindo a eficácia da proteção prometida pela diversificação tradicional.
Para uma diversificação efetiva, é necessário considerar ativos com dinâmica de retorno não correlacionada e fontes de proteção que resistam a mudanças de regime, mantendo liquidez mesmo em crises.
Entre na conversa da comunidade