O mês de março é dedicado ao Vermute, bebida italiana elaborada a partir de vinho e infusões de ervas e especiarias. A tradição mundial destaca seu uso como aperitivo, digestivo ou base de coquetéis.
No portal Trinca Bar & Vermuteria, a chef e bartender Tábata Magarão apresenta a receita clássica do Negroni e explica como o vermute é protagonista na identidade da bebida. O bar fica em São Paulo e produz seu próprio vermute.
Para Magarão, o segredo do Negroni está na base artesanal. O Trinca Bar utiliza o Vermute Trinca Clássico, uma releitura brasileira com 21 botânicos, incluindo cinco frescos, para equilíbrio entre herbais e amargor refinado.
A origem do Negroni
A origem do coquetel é tema de debates entre Itália e França. A narrativa mais difundida situa o nascimento em Florença, no início do século 20, a partir de um Americano com gin.
Existe ainda a versão contestada por historiadores que atribui a criação a um General francês, com registro de uso de vermute na bebida, durante eventos militares do século 19. A versão não muda o fato de o Negroni ter se espalhado globalmente.
Independentemente da origem, o Negroni permanece como referência para experimentação na coquetelaria mundial.
Receita do Negroni, por Trinca Bar
Ingredientes: 30 ml de gin, 30 ml de Vermute Trinca Clássico, 30 ml de bitter italiano vermelho, casca de laranja para decorar.
Modo de preparo: em mixing glass com gelo, combine gin, vermute e bitter; mexa 30 segundos e coe sobre gelo no copo baixo. Retire a casca de laranja sobre o copo para liberar aromas.
Dicas de twist para casa
Além da escolha de vermute de qualidade, há espaço para variações. Reduzir o bitter em 5 ml e acrescentar 10 ml de licor pode abrir novas notas de sabor.
Sugestões incluem licor amaretto, que acrescenta amêndoas e doçura equilibrada, mantendo o equilíbrio entre amargor e corpo do coquetel.
Entre na conversa da comunidade