Henrique Fogaça, jurado do MasterChef Amadores 2026, narra sua trajetória de vida e a filosofia que guiam sua carreira. O cozinheiro paulista fala sobre aprendizados, desafios e a ligação entre comida, cuidado e identidade.
Ele começou cozinhando para se manter, em São Paulo, pedindo receitas para mãe e avó. A Kombi de lanches financiou o curso na FMU e abriu portas para estágios em restaurantes renomados, incluindo o de Alex Atala.
Hoje, à frente do Sal Gastronomia e do gastropub Cão Véio, Fogaça comenta como a comida pode ser acessível sem perder qualidade. O Sal aposta em uma gastronomia autoral com ingredientes brasileiros.
Trajetória, cozinha e missão
Em entrevista por e-mail ao Paladar, ele destaca que a cozinha se tornou linguagem de expressão. A paixão pela criação e pela reação do público moldaram sua identidade profissional.
Para ele, gastronomia não deve elitizar a comida. A diferença entre alimentação e experiência está na execução, técnica e emoção, mesmo com ingredientes simples.
Essa visão guia suas escolhas ao gerir dois restaurantes. O Sal foca experiência e identidade; o Cão Véio traz pegada de gastropub sem perder qualidade.
MasterChef Amadores e Komunidade
Fogaça afirma que o MasterChef Amadores tem energia diferente, com foco na paixão e na memória. O programa aproxima a gastronomia do cotidiano e da emoção.
Ele destaca que a próxima temporada trará emoção, evolução e entrega dos participantes. A qualidade dos pratos continua em alta, mantendo a intensidade do programa.
Entre planos futuros, o chef cita fortalecimento de restaurantes, expansão consciente das marcas e novas possibilidades dentro da gastronomia, sempre com disciplina e verdade.
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