- Cliente ouviu 2.017 pessoas e analisou mais de 10 milhões de menções nas redes; 93% gostariam de se exercitar, mas apenas 44% conseguem manter a rotina.
- Principais motivos para não praticar: falta de motivação (45%), falta de tempo (39%), questões financeiras (31%), falta de companhia (18%), desconforto com ambientes (15%) e inseguranças relacionadas a julgamento (10%).
- Entre as mulheres, 16% relataram situações de assédio ou discriminação ao praticar atividades físicas.
- Exercício é relacionado à saúde mental: 50% associam cuidado mental, 84% dizem que ajuda a recuperar foco, 66% fizeram novos amigos e 82% preferem conhecer pessoas em ambientes esportivos a apps de relacionamento.
- Esportes e frequência: caminhada e musculação são os mais considerados; 70% pretendem começar em 2026; natação (8% já praticam, 27% gostariam), artes marciais (4%/23%), pilates (9%/21%) e esportes de areia (3%/13%).
O que aconteceu? Uma pesquisa inédita avaliou por que brasileiros não praticam exercícios. O estudo ouviu 2.017 pessoas de todas as regiões e gerações e analisou mais de 10 milhões de menções sobre o tema nas redes sociais. O objetivo foi entender a relação com atividades físicas.
Quem participou e como foi feito? A pesquisa é da Decathlon, em parceria com a Consumoteca. Os participantes reportaram hábitos, motivações e dificuldades para manter a rotina de exercícios. O universo analisado abrangeu diferentes níveis socioeconômicos.
Quando e onde ocorreu? O levantamento foi conduzido no Brasil, com coleta de dados a partir de entrevistas e monitoramento de redes sociais ao longo de um período recente, envolvendo pessoas de várias regiões e idades.
Motivos e barreiras
Questões de motivação aparecem como principal entrave para 45% dos entrevistados. A falta de tempo figura em 39%, e o custo é citado por 31%. Falta de companhia e desconforto com ambientes também aparecem entre as razões.
Destaque por gênero
Entre as mulheres, 16% relataram já ter vivenciado assédio ou discriminação ao praticar atividades físicas, segundo os dados da pesquisa.
Impacto na saúde e na vida cotidiana
O estudo mostra que o exercício vai além da estética: 50% associam a prática à melhoria da saúde mental. Outras duas características importantes são a recuperação do foco (84%) e a construção de relações interpessoais, com 66% abrindo espaço para novas amizades.
Interesse futuro e adesão
Entre quem pratica, 57% aumentaram a frequência no último ano. Já 70% dos não praticantes pretendem começar em 2026, segundo os dados da pesquisa.
Esportes mais desejados e acessibilidade
Caminhada e musculação aparecem entre as opções mais buscadas por oferecerem horários flexíveis e baixo custo. A natação agrada a 27% dos entrevistados, embora apenas 8% sejam praticantes atuais. Artes marciais, pilates e esportes de areia aparecem com interesse superior ao número de praticantes.
O que falta para ampliar adesão
Especialistas apontam que o desafio não é apenas convencer, mas facilitar a prática no dia a dia. A diretora de Comunicação da Decathlon Brasil, Liana Kerikian, ressalta a necessidade de ampliar acesso e reduzir barreiras para a prática esportiva no país.
Fonte e credibilidade
A pesquisa envolve a Decathlon e a Consumoteca, com participação de mais de 2 mil pessoas e análise de milhões de menções online. Os resultados refletem tendências de comportamento e percepções sobre atividade física no Brasil.
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