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Aglomerados de tempestade observados na Amazônia, aponta estudo da USP

Mudanças climáticas reduzem aglomerados de tempestades, responsáveis por 40% da chuva na Amazônia, alterando o regime pluviométrico regional

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  • Estudo publicado na revista Climate Dynamics indica que sistemas convectivos de mesoescala representam quarenta por cento da chuva na Amazônia.
  • A pesquisadora Amanda Rêhbéin, pós-doutoranda do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da USP, é autora principal do trabalho.
  • O estudo analisa como mudanças climáticas podem estar reduzindo a ocorrência desses eventos de tempestade na região.
  • A versão da notícia é baseada em entrevista com a pesquisadora, realizada pelo repórter Guilherme Castro Sousa.
  • A matéria associada tem o título Aglomerados de tempestades vêm diminuindo na Amazônia, aponta estudo.

Ao apresentar o episódio Ciência USP #43, a reportagem destaca um estudo recente sobre aglomerados de tempestade na Amazônia. A pesquisadora Amanda Rêhbéin, pós-doutoranda do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da USP, investigou como as mudanças climáticas podem reduzir a formação dessas tempestades na região.

Segundo o estudo publicado na revista Climate Dynamics, as chamadas tempestades de sistemas convectivos de mesoescala representam cerca de 40% da chuva na Amazônia. Dados indicam, no entanto, que a frequência desses eventos pode estar em declínio devido às alterações climáticas.

Amanda Rêhbéin é autora principal do artigo e atua no Departamento de Ciências Atmosféricas do IAG/USP. A pesquisadora explica que o trabalho analisa padrões de umidade e energia na atmosfera para entender a dinâmica dessas tempestades.

Contexto do estudo

O estudo analisa como variáveis atmosféricas influenciam a formação de sistemas convectivos de mesoescala na Amazônia. A pesquisa utiliza dados observacionais e modelos para avaliar a evolução dos eventos e suas implicações para o regime pluviométrico da região.

O objetivo é entender se a mudança no comportamento dessas tempestades pode afetar a disponibilidade de água na floresta, com impactos potenciais para ecossistemas, comunidades locais e padrões de clima regional.

Detalhes da apuração

A reportagem fica a cargo de Guilherme Castro Sousa, com produção e edição de som de Denis Pacheco. O material faz parte da série Ciência USP, que reúne entrevistas e análises sobre temas de ciência com foco em evidências.

Para leitura adicional, a matéria mencionada é intitulada Aglomerados de tempestades vêm diminuindo na Amazônia, aponta estudo. A publicação reafirma a relevância de dados recentes para compreender as mudanças climáticas na região.

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