- São Paulo registrou 11 mortes por ingestão de metanol, em bebidas adulteradas como gin, whisky e vodka, conforme balanço da Secretaria da Saúde divulgado na quarta-feira (17).
- Ao todo, houve 51 casos confirmados de intoxicação por metanol e 555 casos suspeitos já foram descartados.
- Quatro óbitos permanecem sob investigação, envolvendo moradores de Guariba, São José dos Campos e Cajamar.
- O Ministério da Saúde disponibilizou antídotos para pacientes e houve apreensão de 117 garrafas de bebidas sem rótulo e sem procedência nos bairros Jardim Paulista e Mooca.
- Houve cooperação interministerial e ações da Polícia Federal para investigar a possível participação de crime organizado na adulteração das bebidas.
O estado de São Paulo registra 11 mortes por ingestão de metanol, substância adulterante em bebidas alcoólicas como gin, whisky e vodka. Os casos ocorreram entre setembro e novembro, conforme balanço da Secretaria da Saúde divulgado nesta quarta-feira.
Ao todo, 51 intoxicações por metanol foram confirmadas no estado. Foram identificadas vítimas em diferentes cidades, incluindo a capital, São Bernardo do Campo, Osasco, Jundiaí e Sorocaba. Ainda há investigação sobre quatro óbitos em Guariba, São José dos Campos e Cajamar.
Quais são os desdobramentos: o metanol é utilizado na indústria, mas pode causar danos graves à saúde. Medidas de vigilância foram intensificadas e houve apreensão de bebidas sem rótulo ou procedência, em operações de força-tarefa.
Medidas e cooperação entre esferas
O governo federal acionou órgãos de fiscalização como Senacon e CNCP para notificações a estabelecimentos. A Polícia Federal passou a investigar a origem das bebidas adulteradas. O Ministério da Saúde também recebeu remessas de antídotos para tratamento de pacientes.
Situação atual e desdobramentos
A sala de situação criada pelo Ministério da Saúde foi encerrada no dia 8 de dezembro, com o último caso confirmado em 26 de novembro. Autoridades ressaltam a continuidade de monitoramento e orientação à população.
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