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Aurora austral ilumina o céu da Austrália enquanto tempestade solar é monitorada

Tempestade geomagnética severa pode tornar auroras visíveis em partes de Victoria e New South Wales, com possível impacto na rede elétrica e em satélites

The aurora australis glows on the horizon over the waters of Brighton Beach in Dunedin.
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  • Uma tempestade geomagnética severa pode tornar a aurora austral visível na Austrália, incluindo partes de Victoria e New South Wales, segundo alerta do Bureau of Meteorology.
  • A tempestade foi causada por uma ejeção de plasma do Sol em 18 de janeiro, com impacto esperado na Terra nas últimas horas e possibilidade de interrupções na rede elétrica.
  • Visualizações são mais prováveis na Nova Zelândia e Tasmânia, mas também podem ocorrer no interior de estados australianos em condições de observação favoráveis.
  • A tempestade pode afetar satélites, GPS e comunicações, além de potencialmente gerar correntes elétricas fortes que atinjam redes de energia.
  • Órgãos de seguro monitoram o sistema elétrico e satelital, sem expectativa de impactos significativos para a Nova Zelândia, e ações de mitigação estão previstas apenas se necessário.

A tempestade solar classificada como severa pode renovar o brilho da aurora austral, ou aurora boreal do hemisfério sul, em parte da Austrália. O monitoramento é feito pela Agência Nacional de Gestão de Emergências (NEMA), que acompanha impactos na rede elétrica e em sistemas de satélite.

A explosão de partículas e plasma ocorrida em 18 de janeiro veio em direção à Terra e pode interagir com o campo magnético, gerando as luzes no céu noturno. Especialistas descrevem o evento como de grande intensidade para os últimos anos.

A previsão indica possibilidade de observação da aurora em horas noturnas, em áreas de latitudes médias, incluindo partes de Victoria e New South Wales. Condições de visibilidade dependem de céu claro e pouca iluminação artificial.

New Zealand e Tasmanía aparecem entre os melhores pontos para avistar o fenômeno, segundo especialistas. A expectativa é que o brilho varie com o tempo, com duração entre 20 minutos e uma hora.

Além da observação, a tempestade pode afetar serviços tecnológicos. Campos magnéticos alterados elevam a densidade da ionosfera, o que pode atenuar sinais de GPS e de comunicação, além de favorecer descargas elétricas em redes.

Especialistas destacam que os impactos são imprevisíveis e variam conforme a intensidade da tempestade. Empresas de energia acompanham a estabilidade de redes, enquanto operadoras de satélites monitoram anomalias no sinal de GPS.

Impactos para a região incluem possível oscilação na orquestração de satélites e interferência momentânea em serviços de navegação. Autoridades reiteram que não há necessidade de medidas drásticas neste momento.

A Organização, NOAA, aponta que a intensidade da tempestade não foi vista há mais de duas décadas. A expectativa é de que o fenômeno seja visível em várias partes do mundo, incluindo continentes ao norte do equador.

Para a Austrália, as autoridades reforçam cautela, mas não há alertas de interrupção generalizada. A transmissão de energia e os sistemas de comunicação permanecem sob monitoramento contínuo, com planos de contingência caso haja necessidade.

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