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Proteína de Deus: descoberta revolucionária na biotecnologia

Cientista da UFRJ descobre proteína capaz de regenerar neurônios e recuperar funções motoras, com testes clínicos em humanos previstos

Proteína de Deus
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  • A pesquisadora Tatiana Coelho de Sampaio, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, identificou uma proteína que pode acelerar a recuperação de lesões na medula espinhal.
  • Ela batizou a molécula de “proteína de Deus” e comprovou, em modelos animais, a recuperação de movimentos após as lesões.
  • A descoberta, publicada na revista Neurociências Avançadas, é apresentada como de grande potencial para a medicina regenerativa.
  • O próximo passo é realizar testes clínicos em humanos para validar a eficácia da molécula.
  • A pesquisa contou com apoio de instituições públicas e privadas e parcerias internacionais, e a molécula foi obtida a partir de uma proteína natural de uma planta amazônica, evidenciando a biodiversidade brasileira.

A pesquisadora Tatiana Coelho de Sampaio, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, identificou uma proteína que pode transformar o tratamento de lesões na medula espinhal. Ela batizou a molécula de proteína de Deus, destacando seu potencial em restaurar movimentos.

A descoberta ocorreu por meio de estudos com modelos animais, que mostraram recuperação de funções motoras após lesões na medula. A pesquisa aponta regeneração de neurônios como caminho para avanços na medicina regenerativa.

Publicado recentemente na revista Neurociências Avançadas, o estudo é considerado uma das mais promissoras revoluções na neurociência contemporânea. Os resultados ainda passam por validação em humanos.

A pesquisadora explica que a molécula deriva de uma proteína natural encontrada em uma planta amazônica. Esse fato reforça a importância da biodiversidade brasileira para a ciência.

O próximo passo envolve a realização de testes clínicos em pacientes, para confirmar a eficácia da molécula em humanos. O objetivo é ampliar opções terapêuticas para lesões graves.

A equipe conta com apoio de instituições públicas e privadas, além de parcerias internacionais. A colaboração amplia recursos para o desenvolvimento da proteína.

Essa descoberta pode permitir produção em larga escala em um futuro próximo, abrindo caminho para tratamentos de lesões na medula espinhal e de outras neuropatias.

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