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El Niño pode repetir cenário da tragédia no RS em 2026, dizem meteorologistas

Fenômeno esperado para o segundo semestre pode ter força semelhante à de 2024; especialistas alertam para chuvas extremas.

Carros submersos durante as enchentes no Rio Grande do Sul
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  • Previsão de novo episódio de El Niño para o segundo semestre reacende o alerta no Brasil, com transição rápida e intensidade pelo menos moderada, segundo boletim da Administração de Oceanos e Atmosfera dos Estados Unidos (NOAA).
  • Espera-se aumento das temperaturas em todo o país, com o Sul em alerta adicional por risco de eventos extremos semelhantes aos ocorridos no Rio Grande do Sul em 2024.
  • Fenômeno deve começar a se configurar ainda no outono e ganhar força ao longo do segundo semestre, com expectativa de El Niño intenso e chuvas acima da média no Sul.
  • Condições são muito parecidas com as de 2024; El Niño tende a deslocar os corredores de umidade e favorecer frentes frias sobre o Sul, especialmente no RS.
  • O padrão atmosférico pode gerar chuva persistente e volumosa, elevando o risco de eventos extremos, fazendo o Sul voltar a ser foco dos monitoramentos; maio pode já sinalizar essa mudança.

A previsão aponta para um novo episódio de El Niño no segundo semestre, com transição rápida e intensidade ao menos moderada, segundo boletim da Administração Nacional de Oceanos e Atmosfera dos EUA. A previsão indica aquecimento global das temperaturas em todo o Brasil e, no Sul, risco adicional de eventos extremos.

O cenário aponta que o fenômeno começará a se organizar ainda no outono e se fortalecer ao longo do segundo semestre. A expectativa é de El Niño intenso, com padrões climáticos clássicos: temperatura média elevada e chuva agravada na região Sul.

O padrão atmosférico favorece o deslocamento de umidade e favorece frentes frias sobre o Sul, especialmente no Rio Grande do Sul. Esse conjunto pode favorecer episódios de chuva persistente e volumosa, dependendo da intensidade e da duração, elevando a atenção dos centros de monitoramento.

Segundo especialistas, maio pode já trazer sinais relevantes dessa mudança climática. O Sul do país deve permanecer como foco de observação para orientar ações de planejamento e resposta a possíveis impactos.

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