- Tartaruga-cabeçuda encontrada no Espírito Santo foi marcada pelo Projeto Tamar em 1988 e pode ter mais de 60 anos, com expectativa de vida até 80 anos.
- Campo de flores no Vale da Morte, na Califórnia, surge após chuvas; o fenômeno, chamado de superflorada, é raro e ocorre aproximadamente a cada década.
- Ciência explica por que gatos caem sempre de pé: parte das costas perto das patas traseiras gira mais facilmente, funcionando como apoio e ajudando a acertar a posição das patas.
- Brasil conquista prata nos Jogos Paralímpicos de Inverno: Cristian Ribera, de Rondônia, venceu na sprint sentado no esqui cross-country, aos 23 anos.
- Cientistas em Taiwan recriaram um ninho de dinossauros para entender a chocada doviraptor; o modelo mostrou que a disposição dos ovos aquecia de forma desigual, sem impedir o desenvolvimento dos embriões.
Em destaque neste mês, várias curiosidades ganharam as manchetes sem perder a objetividade: de encontros com tartarugas antigas a flores no deserto, passando por explicações científicas sobre felinos e resultados olímpicos. A seguir, os fatos apresentados de forma clara e direta.
Tartaruga velha, novo avô
Pesquisadores do Projeto Tamar localizaram uma tartaruga-cabeçuda marcada em 1988, no Espírito Santo. O animal pode ter hoje mais de 60 anos, já que tinha no mínimo 20 na época. A reaparição sinaliza o monitoramento contínuo de espécies em risco.
Deserto florido nos EUA
No Vale da Morte, Califórnia, surgiram milhares de flores após chuvas recentes. O fenômeno, chamado de superflorada, ocorre quase que a cada década, com predominância de amarelas e algumas roxas. O evento depende de condições climáticas específicas.
Por que gatos caem em pé
Estudo recente explica a habilidade dos gatos de aterrissar com as patas no chão. A anatomia traseira gira com mais facilidade, enquanto a frente fica estável, funcionando como apoio. A descoberta entra na explicação física do tema.
Brasil nos esportes de inverno
Cristian Ribera conquistou a prata no sprint sentado de esqui cross-country, em Paralimpíadas. O atleta, de Rondônia, tem 23 anos e nasceu com uma doença que acomete as pernas. Ele já havia competido em Pequim 2022.
Ninho de dinossauros recriado
Cientistas em Taiwan construíram um ninho de oviraptor em tamanho real para entender o chocamento de ovos. O modelo utiliza madeira, plástico e materiais têxteis, com ovos de resina. A pesquisa aponta desigualdade de aquecimento nos ovos durante a incubação.
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