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Diabetes e hipertensão afetam os rins: entenda

Diabetes e hipertensão são principais gatilhos da doença renal crônica; diagnóstico precoce e controle reduzem a progressão para insuficiência renal

Diabetes e hipertensão arterial estão entre os principais fatores de risco para o desenvolvimento da doença renal crônica
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  • A doença renal crônica pode evoluir para insuficiência renal, exigindo diálise ou transplante.
  • No Brasil, a diabetes é responsável por cerca de 40% dos casos de doença renal crônica.
  • A hipertensão arterial também é uma das principais causas, danificando os rins ao longo do tempo.
  • A prevenção passa pelo controle rigoroso de glicose e pressão, aliando alimentação balanceada, exercícios e evitar tabaco e álcool.
  • O diagnóstico precoce é essencial, com exames de creatinina e análise de urina; o tratamento envolve manejo das condições, uso de medicamentos, mudanças de estilo de vida e, em casos avançados, diálise ou transplante, com equipe multiprofissional.

A doença renal crônica (DRC) afeta milhões de pessoas globalmente e pode evoluir para insuficiência renal, exigindo diálise ou transplante. Entre as principais causas estão a diabetes e a hipertensão arterial, que, se não controladas, prejudicam progressivamente os rins.

Especialistas destacam que a diabetes corresponde a cerca de 40% dos casos de DRC no Brasil, atingindo os pequenos vasos sanguíneos renais e dificultando a filtração. A hipertensão, por sua vez, danifica os vasos renais ao longo do tempo, comprometendo a função renal.

O diagnóstico precoce é crucial. Pessoas com diabetes ou hipertensão devem realizar exames periódicos de função renal, como creatinina e análise de urina, para detectar alterações precoces e iniciar o tratamento.

Para prevenir a progressão, o controle rigoroso da glicose e da pressão arterial é essencial. Práticas como alimentação balanceada, atividades físicas regulares, evitar tabaco e reduzir o álcool ajudam a reduzir riscos.

O tratamento da DRC envolve o manejo das condições de base, uso de medicamentos, mudanças no estilo de vida e, em estágios avançados, diálise ou transplante. A atuação de uma equipe multidisciplinar é fundamental para o cuidado.

Fatores de risco, diagnóstico e manejo

Exames periódicos e acompanhamento médico são pilares para evitar a evolução da doença. Médicos ressaltam a importância de combinar orientação médica com hábitos saudáveis para manter a função renal por mais tempo.

Tratamento e qualidade de vida

Pacientes com DRC devem seguir orientações de nefrologistas, endocrinologistas e nutricionistas. O objetivo é reduzir complicações, manter a filtragem renal e preservar a qualidade de vida.

Fonte: Edicase

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