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Céu vermelho na Austrália: entenda o fenômeno

Ciclone Narelle deixou o oeste da Austrália com céu avermelhado, ventos de até 250 km/h, interrompendo as usinas de gás natural liquefeito Gorgon e Wheatstone

Mudança de cor no céu da Austrália viralizou nas redes sociais
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  • O ciclone tropical Narelle atingiu a costa oeste da Austrália, deixando parte do céu avermelhado, especialmente em Shark Bay.
  • A mudança de cor ocorreu pela combinação de ventos fortes com poeira de ferro levantada do solo, comum em regiões áridas.
  • As rajadas chegaram a cerca de 250 km/h, e as usinas de Gorgon e Wheatstone, da Chevron, tiveram interrupções no fornecimento de gás natural liquefeito (GNL).
  • No sábado, a classificação do ciclone foi rebaixada para tempestade tropical, mas as usinas ainda não retornaram integralmente às atividades.
  • A crise de abastecimento de GNL está ligada a conflitos internacionais que afetam o Estreito de Hormuz, rota estratégica para o transporte, usada pelo Qatar.

O ciclone tropical Narelle atingiu a costa oeste da Austrália, deixando parte do céu com tonalidades avermelhadas, especialmente em Shark Bay. As usinas de Gorgon e Wheatstone, duas das maiores de gás natural liquefeito (GNL) do mundo, tiveram interrupções nas operações.

A mudança de cor foi causada pela combinação de ventos intensos e poeira de ferro levantada do solo, comum em áreas áridas do país. No momento da passagem, Rajadas chegaram a cerca de 250 km/h.

As usinas, operadas pela Chevron, fornecem aproximadamente 5% do GNL global. Alertas de emergência foram emitidos para diversas regiões, afetando atividades logísticas e de produção.

Impacto operacional e contexto regional

No sábado (28), a categoria do ciclone foi rebaixada para tempestade tropical. Mesmo assim, as usinas Gorgon e Wheatstone ainda não retomaram plenamente as operações.

A interrupção do abastecimento ocorre em um cenário de tensões internacionais, com conflitos entre Estados Unidos, Israel e Irã. O fechamento do Estreito de Hormuz agrava o desafio logístico, visto como rota estratégica para o escoamento de GNL, especialmente para o Qatar, segundo maior produtor mundial.

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