- A série aborda a relação entre vinho e uso da água, com foco em práticas mais responsáveis no setor.
- Destaca o Loire como exemplo de pioneirismo ambiental e sustentabilidade regional.
- Explora temas como biochar, melhoria dos solos e o papel dessas práticas no futuro dos vinhos.
- Aborda embalagens, guias de impacto e ações coletivas para tornar a indústria mais sustentável.
- Discute questões de viticultura regenerativa, fair labor, abelhas e parcerias com organizações como EthicDrinks e B Corp.
The Ethical Drinker é uma série que examina a relação entre vinho e sustentabilidade, destacando práticas ambientais, impactos no solo e na água, bem como caminhos para a indústria. O foco é informar de maneira objetiva sobre iniciativas, pesquisas e debates atuais no setor.
Ao longo do último ano, a editora de sustentabilidade, Natalie Earl, percorreu temas que vão desde regiões históricas até inovações futuras, contando com a participação de produtores, especialistas e organizações envolvidas no tema. O material reúne relatos, análises e casos emblemáticos do setor.
Loire como pioneira ambiental
A série aponta a região do Loire como exemplo de inovação sustentável no vinho, destacando iniciativas locais que combinam produção, conservação de recursos hídricos e gestão de impactos.
Solo, biochar e futuro dos vinos
Entre os temas, o uso do biochar nos solos é explorado como potencial prática de melhoria agronômica e de resiliência agrícola, associada a benefícios para a qualidade das vinhas e dos vinhos.
Abelhas, biodiversidade e terroir
A importância das abelhas e da biodiversidade é discutida como parte essencial do ecossistema vitícola, com impactos diretos na saúde do solo, na polinização e na expressividade do terroir.
Embalagem, cadeia de suprimentos e responsabilidade
A cobertura também analisa o impacto ambiental das embalagens e as diretrizes de encontros internacionais, como o Porto Protocol, para reduzir pegadas ao longo da cadeia de distribuição.
Certificações e capitalismo responsável
A série aborda certificações como B Corp e o conceito de viticultura regenerativa, buscando entender como modelos de negócio podem alinhar lucro e responsabilidade socioambiental.
Trabalho justo e ações coletivas
Outro eixo é a garantia de condições de trabalho justas na indústria do vinho, além da importância da ação coletiva e do compartilhamento de conhecimento para aprimorar práticas sustentáveis.
Inovação e inovação aberta na viticultura
Por fim, a série investiga novas formas de cooperação entre produtores, pesquisadores e comunidades, incluindo iniciativas que promovem práticas de baixo impacto e maior transparência.
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