- Valentina, de um ano, passou a perder o interesse por brinquedos em agosto de 2025, com sinais como deixar de bater palmas e dificuldades no desenvolvimento.
- Os pais viajaram de Edimburgo à Espanha em novembro para consultar um neurologista particular, que levantou a suspeita de síndrome de Rett.
- O diagnóstico definitivo foi confirmado em 18 de dezembro, após testes genéticos na Inglaterra; a síndrome é rara e não tem cura.
- A família criou arrecadação de fundos para a organização Reverse Rett, que tem apoiado a família.
- A médica previsível inclui riscos como escoliose, convulsões e dificuldades respiratórias; até o momento nenhuma dessas complicações foi observada em Valentina.
Valentina Garcia Munoz, de um ano, recebeu o diagnóstico de síndrome de Rett, uma doença genética rara e progressiva, após anos de sinais inespecíficos. A confirmação ocorreu em 18 de dezembro, com testes genéticos realizados na Inglaterra, apontando a condição sem cura conhecida.
O caso aconteceu em Edimburgo, na Escócia, quando a família percebeu que a menina deixara de mostrar interesse pelos brinquedos que antes a encantavam. Os pais, Cesar Garcia Torres, de 38 anos, e Virginia Munoz Rucian, de 36, passaram a monitorar o desenvolvimento da filha desde agosto de 2025.
Os sinais iniciais incluíram a perda do toque com objetos que antes geravam estímulo, a ausência de resposta ao aplauso e desconforto durante a dentição. O casal começou a fisioterapia em setembro e, em novembro, viajou à Espanha para consultar um neurologista particular.
A confirmação do diagnóstico revelou um quadro grave de comprometimento cerebral e deficiências motoras e mentais. Valentina não anda, não se senta sozinha e utiliza a mão esquerda com mais destreza, mantendo, porém, contato visual e interações sociais constantes.
Desde o diagnóstico, Cesar acompanha a família e angaria fundos para a Reverse Rett, organização que tem apoiado a família e a pesquisa sobre a síndrome. O NHS aponta que a Rett afeta aproximadamente uma em cada 10 mil meninas e não possui cura até o momento.
O pai afirmou que cada menina com Rett apresenta um curso único da doença, com possibilidades de complicações como escoliose, convulsões e dificuldades respiratórias, embora Valentina ainda não tenha apresentado essas condições. A família afirma manter o foco no dia a dia, sem prever o futuro.
Valentina continua sociável e gosta de estar com outras crianças. A meta principal dos pais é reatualizar o interesse da menina pelos brinquedos e promover seu bem-estar, conforme relatos da família.
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