- A visão humana captura apenas uma fração da iluminação disponível, limitando-se ao espectro de 380 a 750 nanômetros e a cerca de um milhão de cores para a maioria das pessoas.
- Os fotorreceptores na retina, cones e bastonetes, determinam o que vemos: bastonetes percebem brilho em baixa luminosidade, while cones identificam cores.
- A espécie humana tem três tipos de cones; outras espécies podem ter mais ou menos, ampliando a capacidade de perceber cores.
- O tetracromatismo, em particular, ocorre em algumas mulheres com dois cromossomos X, com quatro tipos de cones, permitindo ver cerca de 100 milhões de cores.
- Animais como abelhas veem ultravioleta, serpentes e salmões percebem infravermelho, e algumas espécies conseguem distinguir luz polarizada, além de outras frequências invisíveis ao olho humano.
A visão humana processa apenas uma fração da iluminação presente no ambiente. Estudos biológicos indicam que o mundo é mais colorido do que o percebido, já que os olhos não captam todos os comprimentos de onda disponíveis.
Enquanto a maioria enxerga cerca de um milhão de cores, outras espécies, e um grupo específico de pessoas, podem identificar uma gama maior do espectro de luz. Isso depende dos receptores presentes nos olhos.
O papel dos fotorreceptores
A percepção de cor acontece pelas células da retina chamadas cones e bastonetes. Bastonetes captam a intensidade luminosa, permitindo visão em ambientes de baixa iluminação. Cones captam a frequência da luz, que o cérebro interpreta como cor.
O ser humano comum possui três tipos de cones, limitado ao intervalo de 380 a 750 nanômetros. Além disso, existem frequências como ultravioleta, infravermelho e raios X invisíveis aos olhos, mas presentes na natureza.
Diferenças entre espécies
A capacidade de ver cores varia entre os seres vivos conforme a quantidade de cones. Cães têm dois tipos de cones e enxergam menos cores. Aves, em geral, possuem quatro tipos de cones, enquanto alguns invertebrados como a lagosta boxeadora chegam a 15 tipos de receptores.
Entre humanos, há tetracromatismo, uma variação genética observada principalmente em mulheres com dois cromossomos X. Pessoas com tetracromatismo podem distinguir cerca de 100 milhões de cores, muito acima da média.
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