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Genes podem prever quanto você emagrecerá com Mounjaro

Estudo em Nature Genetics identifica variantes genéticas ligadas à perda de peso com Mounjaro e Ozempic, abrindo caminho para tratamentos personalizados

Canetas injetáveis Ozempic (3ml) em linha de produção.
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  • Pesquisadores identificaram variantes genéticas que podem influenciar a quantidade de peso que alguém emagrece com Mounjaro e Ozempic.
  • O estudo, publicado pela revista Nature Genetics, analisou DNA de milhares de participantes de programas de emagrecimento.
  • Genes ligados ao metabolismo e ao apetite foram associados a diferenças na resposta aos medicamentos.
  • A pesquisa aponta para testes genéticos que ajudem a indicar quais pacientes têm maior probabilidade de sucesso com esses tratamentos.
  • Os autores ressaltam a importância da medicina personalizada para orientar decisões clínicas, aumentando a eficácia e reduzindo efeitos adversos.

Dois estudos, um deles publicado na Nature Genetics, indicam que certas variantes genéticas podem influenciar a quantidade de peso que uma pessoa perde com o uso de medicamentos como Mounjaro e Ozempic. A descoberta sugere caminhos para tratamentos mais precisos.

A equipe internacional de cientistas analisou o DNA de milhares de participantes de programas de emagrecimento. Os resultados apontam associações entre genes ligados ao metabolismo e ao apetite e a resposta ao tratamento.

A pesquisa, divulgada recentemente, afirma que fatores genéticos podem explicar variações na eficácia entre indivíduos. Os autores defendem que entender essas mutações pode orientar escolhas terapêuticas e melhorar resultados.

Implicações clínicas

O estudo abre espaço para o desenvolvimento de testes genéticos que indiquem quem tem maior probabilidade de obter sucesso com Mounjaro ou Ozempic. Também pode esclarecer por que algumas pessoas não respondem bem aos fármacos.

Esses achados reforçam a importância da medicina personalizada, permitindo ajustes de dose e combinação de tratamentos conforme o perfil genético. Contudo, ainda há limitações e a pesquisa demanda validação clínica adicional.

Fonte: Nature Genetics.

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