- A Anvisa criou dois grupos de trabalho para analisar o uso e os riscos das “canetas emagrecedoras” no Brasil, com publicação no Diário Oficial da União desta quinta-feira (16).
- O objetivo é reunir evidências e fazer uma avaliação ampla sobre como esses medicamentos estão sendo usados no país, indo além de decisões pontuais.
- Grupo 1 terá duração inicial de 45 dias e vai analisar evidências científicas, dados de utilização e informações de farmacovigilância, identificando riscos e lacunas e propondo recomendações técnicas.
- Grupo 2 terá duração inicial de 90 dias para acompanhar a implementação de um plano de ação, monitorar resultados, identificar desafios e sugerir melhorias.
- A iniciativa não altera as regras atuais por si, mas pretende subsidiar decisões da Anvisa com base em dados sobre prescrição, comunicação de risco e monitoramento de efeitos adversos.
A Anvisa criou dois grupos de trabalho para analisar o uso e os riscos das “canetas emagrecedoras” no Brasil. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União desta quinta (16). A medida marca uma mudança de foco: passar de decisões pontuais para uma avaliação mais ampla com base em evidências.
O objetivo é entender, com dados, como esses medicamentos são utilizados no país, desde a prescrição até eventos adversos. Os grupos são de caráter consultivo e devem apresentar relatórios técnicos ao final dos trabalhos.
Grupos de trabalho
O primeiro grupo terá prazo inicial de 45 dias. Vai analisar evidências científicas, dados de utilização e farmacovigilância, identificando riscos e lacunas no conhecimento, para propor recomendações técnicas.
O segundo grupo terá prazo inicial de 90 dias. Acompanhara a implementação de um plano de ação, monitorando resultados, identificando desafios e sugerindo melhorias.
O que será avaliado
Entre os pontos a serem apurados estão critérios de prescrição, estratégias de comunicação de risco e formas de monitoramento de efeitos adversos. Os grupos vão consolidar um plano de recomendações ao fim do trabalho.
Contexto regulatório
A criação dos grupos vem após ações recentes da agência, incluindo a proibição da venda no Brasil de canetas com tirzepatida importadas do Paraguai sem registro. A Anvisa também rejeitou pedidos de registro de novos medicamentos com semaglutida e liraglutida.
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