- 17ª edição do Congresso Internacional de Uro-Oncologia ocorreu na última semana em São Paulo, reunindo cerca de 300 palestrantes nacionais e mais de 20 internacionais.
- O evento destacou arena robótica e demonstrações de telemedicina com cirurgias realizadas à distância em tempo real.
- Avanços em biologia molecular ajudam decisões mais individualizadas no tratamento de tumores urológicos, incluindo próstata.
- Para o câncer de próstata, foram apresentados critérios mais precisos sobre quando observar e quando iniciar o tratamento, além de abordagens conforme o perfil do paciente.
- No bexiga e no rim, foram discutidos novos medicamentos e estratégias que podem reduzir a necessidade de cirurgias invasivas, com avanços em imunoterapia, radiofármacos e terapias hormonais, sempre com foco na qualidade de vida.
O 17º Congresso Internacional de Uro-Oncologia ocorreu na semana passada em São Paulo e reuniu especialistas para debater avanços no tratamento de tumores urológicos. O encontro contou com participação ativa de médicos e pesquisadores, com foco em melhores desfechos para pacientes.
Realizado anualmente no Brasil, o evento é organizado por médicos brasileiros e recebeu cerca de 300 palestrantes nacionais e mais de 20 especialistas internacionais. O formato abriu espaço para debates, demonstrações e atualizações em uro-oncologia.
Entre as atrações, esteve a arena robótica, com técnicas cirúrgicas de ponta. Também houve demonstrações de telemedicina, com cirurgias realizadas à distância em tempo real, evidenciando a evolução tecnológica na prática clínica.
Destaques e tendências
Em biologia molecular, o congresso discutiu entendimentos mais precisos dos tumores, promovendo decisões de tratamento mais individualizadas, especialmente no câncer de próstata. Critérios refinados ajudam a definir entre observação e intervenção.
Para doença avançada, foram apresentadas opções terapêuticas novas, incluindo imunoterapia, anticorpos, radiofármacos e terapias hormonais direcionadas, com ganhos de controle tumoral e qualidade de vida.
No câncer de bexiga e rim, destacaram-se estratégias que reduzem a necessidade de cirurgias invasivas e ampliam o controle da doença, mantendo o foco no cuidado centrado no paciente.
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