Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

IBM: de supercomputador poderoso em 2004 à destruição por uma placa RTX 20 anos depois

Da supremacia do BlueGene/L em 2004 à RTX 4090, que supera o supercomputador em TFLOPS, mas não em capacidade de armazenamento

Foto: Xataka
0:00
Carregando...
0:00
  • Em 2004, a IBM divulgou o BlueGene/L, sistema com 32.768 processadores e quase 16 TB de armazenamento, líder do ranking TOP500 na época.
  • Hoje, uma única placa de vídeo pode superar esse supercomputador em tarefas gráficas e de cálculos paralelos, com a RTX 4090 atingindo acima de 80 TFLOPS e até próximo de 100 TFLOPS em configurações otimizadas.
  • O BlueGene/L tinha cerca de 70,72 TFLOPS, mas ainda supera a RTX 4090 em capacidade de armazenamento.
  • A RTX 4090 cabe dentro de um computador pessoal, destacando a miniaturização e o aumento de poder de processamento no hardware moderno.
  • Acesso e custo reduzidos tornam esse avanço mais difundido para consumidores em geral, mudando o cenário de hardware ao longo de mais de duas décadas.

Em 2004, a IBM orgulhava-se de ter o supercomputador mais poderoso do mundo. O anúncio marcou o auge de uma era de máquinas gigantes, com funções de alto desempenho dedicadas a pesquisa científica e simulações complexas.

O sistema da IBM, o BlueGene/L, reunia milhares de nós e contava com 32.768 processadores. Além disso, possuía quase 16 TB de armazenamento, posição que o levou ao topo do ranking TOP500, refletindo o padrão da época.

Hoje, a arquitetura de hardware mudou radicalmente. Enquanto o espaço físico reduzido facilita a montagem de sistemas, a performance elevada está cada vez mais acessível ao público comum. Um único componente, como a NVIDIA RTX 4090, já demonstra capacidades de cálculo impressionantes para determinados tipos de processamento.

Desempenho e limites

O BlueGene/L operava próximo de 70,72 TFLOPS na prática, marcando o patamar máximo da época. A RTX 4090, por sua vez, pode superar 80 TFLOPS e, em configurações otimizadas, chegar perto de 100 TFLOPS, tudo isso dentro de um gabinete de PC.

Apesar do desempenho, a RTX 4090 não substitui a capacidade de armazenamento do BlueGene/L, que permanece muito superior à de qualquer GPU moderna voltada ao consumo. A comparação mostra apenas o ganho de proces­samento paralelo em componentes menores e mais acessíveis.

Essa evolução ilustra a trajetória da indústria: miniaturização, redução de custo e aumento contínuo do poder de processamento. O avanço não se limita a jogos, pois GPUs modernas também encontram uso em pesquisa, dados e aplicações de IA.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais