- Estudo da UFRJ mostra que a inteligência artificial pode reduzir o tempo de espera na fila de transplantes de órgãos no Brasil.
- A IA deve aumentar a precisão e a agilidade na tomada de decisão pelos médicos.
- A ferramenta oferece apoio com casos prévios para auxiliar a decisão pelo transplante e para acelerar a logística envolvida.
- O Brasil possui o maior sistema público de transplantes e já foram realizados mais de sete mil procedimentos neste ano, com cerca de 84,5 mil pessoas na espera.
- A pesquisadora Cláudia Afonso Araújo destaca o potencial da IA para melhorar a decisão clínica e a gestão dos transplantes.
Um estudo da Universidade Federal do Rio de Janeiro mostra como a inteligência artificial pode reduzir o tempo de espera na fila de transplantes de órgãos no Brasil.
A pesquisa destaca que o Brasil possui o maior sistema público de transplantes do mundo. Em termos de volume, o país fica atrás apenas dos Estados Unidos.
Este ano já foram realizados mais de 7 mil transplantes. Ainda assim, cerca de 84,5 mil pessoas aguardam doação no país.
Elementos-chave: a pesquisadora Cláudia Afonso Araújo, uma das coordenadoras, afirma que a IA deve aumentar a precisão e a agilidade na tomada de decisão médica.
Ela explica que a ferramenta oferece apoio a casos prévios para orientar se a operação é indicada, o que também pode acelerar a logística do transplante.
Como funciona a IA no processo
A ferramenta analisa dados de pacientes já cadastrados para sugerir encaminhamentos e cronogramas, ajudando médicos na decisão sobre a necessidade ou não do transplante.
Segundo a pesquisadora, o uso da IA pode reduzir variações no processo e contribuir para aproveitamento mais eficiente de órgãos disponíveis.
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