Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Estudos dos EUA ligam psicose, declínio cognitivo e câncer à maconha medicinal

Estudos dos EUA apontam riscos da maconha medicinal, incluindo efeitos na fertilidade, psicose, memória, dor e dependência

Vendida como remédio, a maconha acumula riscos graves. Quando a propaganda cai, sobra o custo à saúde pública.
0:00
Carregando...
0:00
  • O texto aponta riscos associados ao uso de maconha medicinal, citando efeitos como psicose, declínio cognitivo, danos reprodutivos e piora de condições de saúde mental, com referências a estudos dos EUA e instituições como Yale, CDC, NCBI, Harvard e NIH.
  • Entre os efeitos listados estão redução da testosterona e da fertilidade, maior risco de aborto espontâneo, baixo peso ao nascer e alterações cognitivas em bebês expostos, além de prejuízos à memória e às habilidades motoras.
  • O artigo afirma que o uso diário pode estar ligado a casos de psicose e esquizofrenia em jovens, elevação da ansiedade e necessidade de anestesia e analgésicos mais intensos em procedimentos médicos.
  • Também é citado que a fumaça de maconha pode liberar mais alcatrão nos pulmões do que o tabaco e que a planta pode conter pesticidas, metais pesados e outras toxinas, com preocupação quanto à qualidade de produção.
  • Por fim, o texto afirma que, nos Estados Unidos, quinze por cento da população utilizou maconha no último mês, sendo que há mais usuários diários do que consumidores diários de álcool.

O uso da cannabis nos EUA é apresentado como medicamento em lojas e farmácias, com relatos de alívio de dor, sono e ansiedade por parte de usuários. Pesquisas, porém, apontam riscos significativos associados à substância, que vão desde alterações hormonais até impactos cognitivos e psicóticos.

Estudos de instituições como CDC, Yale, Harvard e NIH indicam efeitos adversos relevantes. Entre eles, queda na testosterona e da fertilidade, risco aumentado de abortos, danos ao feto durante gravidez, e possível relação entre uso diário e psicose em jovens. A maconha também pode comprometer memória e habilidades motoras.

A literatura científica aponta ainda que o consumo pode piorar ansiedade, exigir anestesia maior em procedimentos e aumentar a necessidade de analgésicos na recuperação. Observa-se que a ingestão pode deixar traços de toxinas devido à produção não regulamentada, com contaminantes encontrados em plantas.

No aspecto terapêutico, pesquisas não comprovam de forma consistente benefícios para tratamento de dor oncológica, dependência de opioides ou transtornos mentais. Em 2024, a Sociedade Americana de Oncologia Clínica não recomendou uso da cannabis para dor causada por câncer, segundo revisões citadas.

Dados de uso apontam que 15% da população americana consumiu cannabis no último mês, com crescimento de usuários diários em relação ao consumo diário de álcool, segundo fontes citadas. Especialistas ressaltam que muitas evidências de benefício podem incluir vieses ou automedicação.

Fonte: material de estudos e análises publicados nos EUA, com referências a CDC, Yale, Harvard e NIH. Publicação original: The Daily Signal, 2026.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais