- Dawn Jemison, de 42 anos, vive há décadas com cólicas fortes e sangramento intenso que não tinham explicação médica.
- Ela chegou a planejar histerectomia, mas, durante uma apresentação da Medtronic, descobriu o transtorno venoso pélvico, que batia exatamente com seus sintomas.
- O diagnóstico foi confirmado após exames de veia e uma venografia, que mostrou bloqueios nas veias pélvicas.
- Em fevereiro de 2025, ela passou por um procedimento simples com stent para abrir as veias, seguido de cauterização de veias extras e colocação de coils em março de 2025.
- Em abril de 2026, Jemison afirma estar há o maior período sem dor e não convive mais com os sintomas que a acompanhavam há anos.
Dawn Jemison, de 42 anos, teve a vida transformada por um diagnóstico inesperado. Enquanto trabalhava servindo bebidas, participou de uma apresentação sobre saúde da Pelve que mudou sua percepção sobre sua dor crônica.
Jemison sofria com cólicas intensas, sangramento intenso edor de dor desde a juventude. Ao longo dos anos, recebeu diversos diagnósticos e tratamentos voltados a controlar os sintomas, sem identificar a causa subjacente.
Antes de seguir com a histerectomia, em 2025, ela participou de uma apresentação da Medtronic e soube de um distúrbio venoso pélvico que combinava com seus sintomas. A partir daí, iniciou um caminho diagnóstico diferente.
O que é distúrbio venoso pélvico
O distúrbio venoso pélvico é uma condição de dor pélvica crônica causada por problemas de fluxo sanguíneo nas veias da região. Ainda é pouco reconhecido e pode exigir investigação específica para diagnóstico.
Como foi confirmado e tratado
O diagnóstico passou por ultrassom direcionado às veias pélvicas e, posteriormente, pela venografia. Em fevereiro de 2025, Jemison recebeu um stent para abrir as veias. Em março de 2025, houve cauterização de veias adicionais e colocação de coils.
Situação atual e impactos
Em abril de 2026, Jemison relata o maior intervalo de tempo sem dor desde o início dos sintomas. A mudança de diagnóstico levou à suspensão da histerectomia prevista, permitindo tratamento definitivo para a condição.
Importância clínica e encaminhamentos
Especialistas ressaltam a necessidade de avaliação aberta entre médico de família e especialista ao observar sintomas pélvicos. O distúrbio venoso pélvico, embora subdiagnosticado, pode explicar dor crônica em mulheres.
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