- Cientistas identificaram que a esfera dourada, encontrada a mais de três mil metros de profundidade no Golfo do Alasca, é parte de uma anêmona-do-mar.
- A amostra foi coletada por um robô submarino e encaminhada para análise em laboratório.
- Testes iniciais não chegaram a uma conclusão definitiva, pois o material estava misturado a microrganismos.
- O sequenciamento genético revelou que a esfera corresponde a uma pele que se desprende do corpo da anêmona-do-mar e pode permanecer presa às rochas.
- A equipe investiga se essa estrutura está ligada à reprodução ou apenas ao deslocamento do animal.
O que era visto como uma esfera dourada, descoberta a mais de 3 mil metros de profundidade no Golfo do Alaska, intriga cientistas há anos. Examinada durante uma expedição em ambiente extremo, sem luz solar e com alta pressão, o objeto despertou hipóteses que iam desde ovos até formas de vida desconhecidas.
A descoberta ocorreu durante uma operação com robô submarino, que coletou uma amostra para análise laboratorial. Testes iniciais foram inconclusivos, pois o material ao redor continha muitos microrganismos misturados ao objeto.
Confirmação por sequenciamento genético
Com o estudo genético, a esfera dourada foi identificada como parte de uma anêmona-do-mar. Especificamente, trata-se de uma espécie de “pele” que se desprende do corpo do animal e pode permanecer presa às rochas do fundo oceânico.
A equipe investiga se essa estrutura está ligada à reprodução ou apenas ao deslocamento do animal. A indagação permanece em aberto, com novas análises previstas para esclarecer o papel da peça identificada.
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