- Nesta terça-feira, 5, às 15h, a Folha promove sessão para assinantes de “Vestígios – A História dos Isolados do Mamoriá Grande”, de Leão Serva e Rogério Assis.
- O documentário acompanha o trabalho de indigenistas no Mamoriá Grande, no sul do Amazonas, com apoio da Rede de Investigações sobre Florestas Tropicais e do Pulitzer Center.
- Após a exibição, o jornalista Leão Serva conversa com o líder indígena Beto Marubo, Caetano Scannavino, Moreno Saraiva Martins e Rogério Assis.
- As expedições da Funai e do Instituto Socioambiental monitoram acampamentos abandonados e registram vestígios como redes, fogareiros, cerâmicas e marcas na vegetação, sem buscar contato.
- A população do Mamoriá Grande é estimada em cerca de cem pessoas, possivelmente em dois grupos; hoje existem 114 registros de povos isolados no Brasil, com 29 reconhecimento comprovado.
Na terça-feira (5), às 15h, a Folha promoverá uma sessão do documentário Vestígios – A História dos Isolados do Mamoriá Grande, de Leão Serva e Rogério Assis. O filme acompanha o trabalho de indigenistas no Mamoriá Grande, no sul do Amazonas, com apoio da Rede de Investigações sobre Florestas Tropicais e do Pulitzer Center. A exibição é destinada a assinantes.
O documentário registra o monitoramento de acampamentos já abandonados e a documentação de vestígios como redes, fogareiros, restos de alimentos e cerâmicas. A abordagem respeita o direito de isolamento dos povos isolados, não buscando contato.
Após a sessão, ocorre uma conversa com o jornalista Leão Serva; o líder indígena Beto Marubo; Caetano Scannavino, fundador do Projeto Saúde e Alegria; Moreno Saraiva Martins, do Instituto Socioambiental; e Rogério Assis, codiretor do filme. A pauta inclui os métodos de registro e proteção de povos isolados.
Conectando contexto e pesquisa
O filme aborda a missão das expedições da Funai e do Instituto Socioambiental para mapear populações isoladas sem interferir em sua autonomia. O foco é a documentação de sinais e vestígios das comunidades na região.
Situação demográfica e geográfica
O Brasil registra 114 povos isolados, com 29 identificados como existentes com mais segurança. O Mamoriá Grande, no sul do Amazonas, abriga cerca de cem pessoas, possivelmente em dois grupos. A presença foi confirmada em 2021, durante patrulha de indigenistas que evitaram contato imediato.
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