- Pesquisadores dos Estados Unidos afirmam ter localizado restos da Arca de Noé na Formação Durupinar, na Turquia, usando escaneamento 3D.
- A localização fica a cerca de trinta quilômetros ao sul do Monte Ararat, e a equipe sustenta que a estrutura pode ter escorregado da montanha ao longo dos séculos.
- Usando scanners a laser e radar de penetração no solo, foram identificadas estruturas internas a cerca de sete metros de profundidade, com corredores e divisões que sugerem construção humana.
- Há ceticismo entre especialistas, como o pesquisador bíblico Wesley Huff, que aponta limitações dos dados de radar e observa que o formato de barco é comum na região; a equipe não tem arqueólogos acadêmicos entre seus integrantes.
- Os próximos passos envolvem perfuração e uso de câmeras subterrâneas para filmar as partes internas e confirmar os espaços detectados; a equipe cita a possibilidade de preservação da madeira pelas condições climáticas da região.
Um grupo de pesquisadores dos EUA afirma ter localizado restos da Arca de Noé na Formação Durupinar, na Turquia, usando tecnologia de escaneamento 3D. A descoberta desencadeou intenso debate no meio arqueológico.
A localização apontada fica na Formação Durupinar, cerca de 30 quilômetros ao sul do Monte Ararat, no leste turco. Segundo a equipe, a estrutura estaria em um nível abaixo da superfície, possivelmente deslocada ao longo dos séculos.
A equipe utilizou scanners 3D de laser e geofones de radar de penetração no solo para observar o interior sem escavações. Os dados apontam corredores e divisões com ângulos retos, a aproximadamente sete metros de profundidade, sinais considerados incomuns para a formação rochosa.
Especialistas ouquem o achado divergem. O pesquisador Wesley Huff critica o estudo, dizendo que radares podem detectar materiais comuns como argila e que formas de barco são comuns na região, o que alimenta o ceticismo sem comprovação arqueológica formal.
Os investigadores planejam etapas futuras com perfurações e uso de câmeras subterrâneas para registrar imagens das áreas detectadas. A equipe acredita que o clima extremo da Turquia pode ter contribuído para a preservação de parte da madeira ao longo de milênios.
Conteúdo apurado pela Gazeta do Povo, que orienta a leitura completa na reportagem relacionada para entender o contexto, dados e limitações da pesquisa.
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