Em Alta NotíciasPessoasAcontecimentos internacionaisConflitosPolítica

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Burle Marx e o paisagismo: exposição em SP traz respostas

Exposição no Museu Judaico de São Paulo revela a visão de Burle Marx: plantas como estrutura viva que orienta projetos e a reflexão sobre cidades atuais

Como Burle Marx pensava o paisagismo? Exposição em SP traz respostas — Foto: Paulo Fridman/Sygma/Getty Images
0:00
Carregando...
0:00
  • A exposição Burle Marx: Plantas em Movimento, no Museu Judaico de São Paulo, destaca o uso das plantas como estrutura viva e a relação entre espécies, escalas, natureza e cultura.
  • Abrindo em 30 de abril, a mostra não segue uma leitura cronológica, mas foca em como plantas aparecem repetidamente nos projetos como elemento organizador.
  • Curadores Isabela Ono e Guilherme Wisnik apresentam desenhos, fotografias, filmes e documentos para evidenciar o comportamento das plantas ao longo do tempo e a natureza provisória dos jardins.
  • A seleção reúne projetos públicos e privados, mostrando a aplicação do pensamento de Burle Marx em diferentes contextos, com a vegetação definindo percursos e áreas de uso.
  • A exposição também aborda a formação cultural do artista, filho de um judeu alemão, destacando a convivência de espécies de origens diversas e a orientação de sua obra para o presente.

A exposição Burle Marx: Plantas em Movimento ganha abertura no Museu Judaico de São Paulo, em parceria com o Instituto Burle Marx. A data marcada é 30 de abril, com foco em como as plantas estruturam projetos de paisagismo. O objetivo é oferecer uma leitura não cronológica.

A curadoria, comandada por Isabela Ono e Guilherme Wisnik, não celebra apenas obras já consagradas. A mostra enfatiza o uso das espécies vegetais como elemento organizador, trazendo desenhos, fotografias, filmes e documentos que revelam padrões recorrentes no trabalho de Burle Marx.

A experiência evidencia uma visão de mundo que vai além da forma final do jardim. As plantas são observadas pelo comportamento ao longo do tempo, com crescimento, poda e clima influenciando o espaço. O jardim aparece como estado provisório, sujeito a mudanças.

Contexto e foco curatorial

Em projetos públicos e privados, a vegetação assume papel estrutural, definindo trajetos, áreas de permanência e dinâmicas de uso. A exposição destaca como Burle Marx articulava espécies de origens diversas sem buscar uniformidade.

Trajetória e herança cultural

Filho de um judeu alemão, Burle Marx traz uma visão de convivência entre diferenças. Essa convivência se reflete na mistura de espécies em seus trabalhos, preservando a identidade do lugar sem perder a abertura a novidades.

Relevância atual

A mostra coloca em debate o papel das plantas diante de desafios ambientais e da reconfiguração de cidades. O conjunto apresentado funciona como base para refletir o uso contemporâneo da vegetação no espaço urbano.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais