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Dia do Trabalho: pesquisa aponta emojis inadequados para convívio entre colegas

Berinjela é o emoji mais inadequado no trabalho (noventa e um por cento), seguido por cocô e pêssego; vinte e sete por cento já se sentiram ofendidos e sessenta e cinco por cento evitam usar

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  • Pesquisa da Lokalise aponta emojis inadequados no ambiente corporativo; berinjela é o mais rejeitado (91%), seguido de cocô (82%) e pêssego (81%).
  • Outros símbolos considerados problemáticos incluem beijo de batom, pingos de suor, coração vermelho e o “foguinho”; caveira e rosto sorrindo de cabeça para baixo são vistos como ofensivos ou ambíguos.
  • 27% dos entrevistados já se sentiram ofendidos por emojis no trabalho; 65% evitam usá-los por medo de má interpretação; 33% já usaram emojis para reagir a más notícias.
  • WhatsApp é a plataforma onde o significado dos emojis é mais confuso, seguido por Instagram e Microsoft Teams; há clara desconexão geracional na interpretação.
  • 47% dos entrevistados acham que emojis deveriam ser proibidos nos ambientes de trabalho.

O Dia do Trabalho traz uma leitura sobre o uso de emojis no ambiente corporativo. Uma pesquisa do centro de estudos Lokalise aponta que muitos símbolos são considerados inadequados para convívio entre colegas.

Entre os emojis mais rejeitados, o de berinjela lidera com 91% de rejeição, seguido pelo de cocô (82%) e o de pêssego (81%). Também aparecem o beijo de batom, pingos de suor, coração vermelho e o emoji do fogo como impropriedades.

A pesquisa mostra ainda que a caveira, por sinal, pode significar morte ou risada, gerando ambiguidade. O rosto sorrindo de cabeça para baixo pode sugerir ironia, e o olhinho de lado remeter a desconfiança.

No conjunto dos entrevistados, 27% já se sentiram ofendidos por um emoji no trabalho, enquanto 65% evitam usá-los para não ser mal interpretados. Três em cada dez reagiram a más notícias com emojis na empresa.

WhatsApp é apontado como a plataforma onde o significado é mais confundido, seguido por Instagram e Microsoft Teams. Há uma clara diferença geracional na leitura dos símbolos, dizem especialistas, refletindo empatia para alguns e falta de profissionalismo para outros.

Quase metade dos pesquisados (47%) acredita que emojis deveriam ser proibidos no ambiente de trabalho. A repercussão envolve políticas internas, treinamento de comunicação e normas de conduta digital entre equipes.

A origem dos emojis remonta ao Japão, no final dos anos 1990, com Shigetaka Kurita criando 176 símbolos para mensagens curtas. A palavra emoji vem de e + moji, imagem + caractere.

A revolução aconteceu quando a Apple incluiu o teclado de emoji no iPhone, em 2011, impulsionando a difusão global. hoje, os símbolos evoluem em diversidade de tons de pele, gêneros e culturas.

Temas de linguística, publicidade e cultura digital passam a incorporar os emojis, que ganham dia mundial em 17 de julho e continuam a moldar modos de expressão na comunicação moderna.

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