- Pesquisadores em oncologia têm até sexta-feira, 8 de maio, para submeter trabalhos à 17ª edição do Prêmio Octavio Frias de Oliveira.
- O prêmio é uma parceria entre o Icesp e a Folha, criado em 2010 para valorizar estudos de diagnóstico e tratamento do câncer no Brasil.
- Existem duas categorias: Pesquisa em Oncologia (trabalhos originais publicados em 2025 ou 2026) e Inovação Tecnológica em Oncologia (também com estudos de 2025 ou 2026); o autor principal precisa estar ligado a instituição brasileira.
- Vencedores de cada categoria recebem R$ 20 mil e certificado; há ainda a Categoria Personalidade de Destaque em Oncologia, que reconhece trajetórias relevantes.
- A cerimônia de entrega ocorre em agosto, reunindo pesquisadores, profissionais de saúde e representantes de instituições ligadas ao tratamento do câncer.
Pesquisadores em oncologia têm até sexta-feira (8) para submeter trabalhos à 17ª edição do Prêmio Octavio Frias de Oliveira. A iniciativa, fruto de uma parceria entre o Icesp e a Folha, valoriza estudos sobre diagnóstico e tratamento do câncer no Brasil. As regras e o formulário estão no site do prêmio.
O prêmio recebe inscrições em duas categorias: Pesquisa em Oncologia, para trabalhos originais publicados em 2025 ou 2026, e Inovação Tecnológica em Oncologia, que também admite estudos publicados no mesmo período. O autor principal precisa estar vinculado a instituição brasileira.
Para Roger Chammas, coordenador do Centro de Terapia Oncológica do Icesp, o reconhecimento ajuda a mapear tendências nacionais. A premiação destaca pesquisas com potencial de impacto para pacientes e sociedade, além de valorizar a ciência aplicada.
Categorias e premiação
Em ambas as categorias, os vencedores recebem 20 mil reais e certificado. Existe ainda a categoria Personalidade de Destaque em Oncologia, que homenageia profissionais com trajetória relevante em ensino, pesquisa, assistência, filantropia ou comunicação.
Na edição anterior, o destaque foi para a oncologista Maria Paula Curado, do A.C.Camargo Cancer Center, reconhecida por décadas de pesquisa sobre desigualdades no diagnóstico e tratamento do câncer. A premiação ocorre em agosto, durante cerimônia no Icesp, em São Paulo.
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