- O envelhecimento saudável ganha destaque com a Segunda Revolução da Longevidade, que busca unir inovações tecnológicas ao processo natural de envelhecer.
- O médico Egídio Dórea, coordenador do programa USP 60+, aponta avanços em biotecnologia e medicina regenerativa, como terapias genéticas para retardar o envelhecimento celular.
- O movimento propõe mudanças nos paradigmas e critérios sobre envelhecimento e qualidade de vida.
- O Envelhecimento Saudável vai ao ar quinzenalmente, às terças-feiras, dentro do Jornal da USP no ar, na Rádio USP 93,7 MHz (São Paulo) e na Rádio USP 107,9 (Ribeirão Preto).
- As edições do programa ficam disponíveis nos podcasts do Jornal da USP e em plataformas como Spotify, iTunes e Deezer.
O tema Envelhecimento Saudável #10 discute a Segunda Revolução da Longevidade, movimento que busca unir inovações tecnológicas ao processo de envelhecimento humano. O objetivo é ampliar a qualidade de vida diante do aumento da expectativa de vida.
Segundo o médico Egídio Dórea, coordenador do programa USP 60+ da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão da USP, há avanços significativos nos últimos anos. Ele cita pesquisas em biotecnologia e medicina regenerativa, incluindo terapias genéticas e tratamentos para retardar o envelhecimento celular.
O programa, ligado à USP, apresenta uma mudança de paradigmas na forma de encarar o envelhecimento saudável. A pauta enfatiza que viver mais nem sempre significa viver melhor, destacando a importância de qualidade de vida ao longo da longevidade.
A transmissão ocorre quinzenalmente às terças-feiras, dentro do Jornal da USP no ar, com apoio da Rádio USP 93,7 MHz em São Paulo e 107,9 MHz em Ribeirão Preto. As edições ficam disponíveis nos podcasts do Jornal da USP e em plataformas de áudio como Spotify, iTunes e Deezer. Fontes: Jornal da USP e Rádio USP.
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