- O NASA Armstrong Flight Research Center, em Edwards, Califórnia, ampliou a frota este ano com dois jatos F-15, um Pilatus PC-12 e um treinador turboélice T-34, para apoiar pesquisas de voo e avanços em aeronáutica.
- Ao longo de quase oitenta anos, o centro já operou desde o 747 Shuttle Carrier Aircraft até aeronaves de alto desempenho como o X-15 e o F-18, mantendo a pesquisa de voo em deserto.
- O centro desempenha papel central em missões científicas, transportando cientistas e equipamentos de diversas instituições para medir poluição, derretimento de geleiras e mapeamento de incêndios florestais.
- A equipe transforma aeronaves em plataformas de pesquisa, com pilotos e equipe de ciência a bordo para coletar dados em tempo real.
- O Rogers Dry Lake, área de quarenta e quatro mil hectares onde o centro fica, é usado para pesquisa e testes de aviação, recebendo pousos históricos e recuperações de voos de teste.
NASA Armstrong Flight Research Center, em Edwards, Califórnia, ampliou sua frota neste ano, mantendo o foco em missões de pesquisa científica e aeronautics. Novos aparelhos entram na linha de frente de testes, apoiando avanços em aviação e ciência.
A instituição recebeu dois jatos F-15 de uso supersônico, uma aeronave utilitária Pilatus PC-12 e um treinador turboélice T-34. Os equipamentos fortalecem a capacidade de conduzir experimentos aéreos complexos e levar equipes e instrumentos a áreas de interesse estratégico.
O centro tem função central em missões de ciência aeronáutica, recebendo pesquisas de NASA, órgãos governamentais, indústria e academia. Dados coletados incluem qualidade do ar, mudanças em geleiras e mapeamento de incêndios florestais.
Nova frota e funções
Pessoas envolvidas atuam como pilotos e equipe de ciência aerospacial, com suporte para installação de instrumentos a bordo. A equipe colabora para viabilizar experimentos em tempo real e ampliar a diversidade de plataformas para pesquisa.
Dados históricos destacam que o centro realiza voos com aeronaves variadas, desde o 747 Shuttle Carrier até o X-15, além de jatos de apoio como o F-18. Hoje, a pesquisa continua a avançar no deserto da Califórnia.
Armstrong mantém-se como referência global em missões de ciência a bordo, conectando laboratórios voadores e parceiros da NASA, governo, indústria e academia. A transformação de peças e a montagem de sistemas sobem a capacidade de pesquisa.
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