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Estúdio News analisa queda de cabelo como questão de saúde pública no Brasil

Quarenta e dois milhões convivem com alopecia; queda acima do normal afeta saúde, autoestima e bem-estar, com jovens de vinte a vinte e cinco anos respondendo por cerca de vinte e cinco por cento dos casos

Renata Caetano, Estrela Machado e Solon Eduardo
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  • Estúdio News analisa a queda de cabelo como tema de saúde pública no Brasil; o programa vai ao ar neste sábado (16) às 22h15.
  • Dados da Sociedade Brasileira de Dermatologia apontam que cerca de 42 milhões de brasileiros convivem com alopecia, afetando homens e mulheres e impactando a qualidade de vida.
  • Jovens de 20 a 25 anos representam cerca de 25% dos casos, com fatores como estresse, alimentação inadequada, uso de hormônios e pressão estética das redes sociais.
  • O diagnóstico envolve histórico, exame clínico e, se necessário, dermatoscopia; tratamentos variam entre medicamentos, microagulhamento, intradermoterapia, laser e transplante capilar.
  • O transplante corrige áreas afetadas, não cura a calvície; as técnicas FUT e FUE são usadas, com recuperação rápida e retorno ao trabalho no dia seguinte, devendo evitar exposição solar e manipulação da região no pós-operatório.

Estúdio News analisa o aumento da queda de cabelo como uma questão de saúde pública no Brasil. O programa vai ao ar neste sábado (16), às 22h15, pela Record News. A pauta destaca que a alopecia deixou de ser apenas estética para impactar bem-estar e qualidade de vida.

Dados da Sociedade Brasileira de Dermatologia indicam que cerca de 42 milhões de brasileiros convivem com algum grau de alopecia. Aleram que homens e mulheres são atingidos, com repercussões na autoestima e nas relações sociais.

Jovens entre 20 e 25 anos respondem por cerca de 25% dos casos, aponta a dermatologista Estrela Machado. Fatores como estresse, alimentação inadequada, uso de hormônios e pressão estética influenciam o quadro.

A queda diária de cabelo faz parte do ciclo capilar. Em média, perder entre 50 e 100 fios por dia é considerado normal, mas excessos podem indicar problema.

Diagnóstico e tratamento

Quando a queda supera o habitual, pode indicar eflúvio. A médica orienta investigar a causa e iniciar o tratamento adequado. O diagnóstico costuma começar pela avaliação do histórico e exame clínico.

A dermatoscopia auxilia na visualização detalhada do couro cabeludo, ajudando a definir o tratamento mais adequado. Opções variam conforme a causa e incluem medicamentos, terapias, laser e transplante capilar.

Transplante capilar não cura a calvície; ele corrige áreas afetadas. O tratamento clínico contínuo é fundamental para manter os resultados, segundo a especialista.

Técnicas de transplante e recuperação

A técnica FUT envolve a remoção de uma faixa do couro cabeludo, com folículos separados no microscópio. A técnica FUE retira folículos individualmente, sem faixa. Ambas visam naturalidade e melhoria estética.

A cirurgia é descrita como de recuperação rápida. O paciente pode retornar ao trabalho no dia seguinte e retomar atividades leves em poucos dias. O sol direto deve ser evitado no primeiro mês.

É comum que pacientes se preocupem com a naturalidade do resultado, mas as técnicas modernas visam alta naturalidade, reduzindo sinais de intervenção.

O Estúdio News vai ao ar aos sábados, às 22h15, pela Record News, disponível em canais de televisão por assinatura e em várias plataformas. A reportagem acompanha a relação entre saúde pública, bem-estar e avanços médicos no tema da alopecia.

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