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Colesterol alto em cães e gatos pode indicar doenças ocultas

Colesterol elevado em cães e gatos costuma indicar doenças ocultas, como hipotireoidismo, diabetes, doenças no fígado ou pancreatite, exigindo avaliação veterinária

Entenda quais outras doenças o colesterol elevado pode indicar nos animais
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  • O colesterol elevado em cães e gatos, chamado hipercolesterolemia, costuma ser um indicativo de outras doenças, não o problema principal.
  • Em cães, as causas mais comuns são hipotireoidismo e diabetes; em gatos, doenças do fígado ou pancreatite, além de obesidade e dietas inadequadas.
  • O colesterol alto costuma ser assintomático, tornando importantes exames de rotina com jejum de oito a 12 horas.
  • O tratamento foca na doença de base, com ajuste na alimentação, controle de peso e, em alguns casos, medicamentos manipulados que facilitam a adesão.
  • A prevenção passa por alimentação equilibrada, evitar petiscos excessivos, incentivar a atividade física e consultas veterinárias periódicas para detectar mudanças precocemente.

O colesterol elevado em cães e gatos, conhecido como hipercolesterolemia, pode indicar doenças ocultas no organismo dos pets. Embora muitos tutores acreditem que ele cause infarto, eventos cardiovasculares são raros em animais.

Segundo Farah Ramalho, médica-veterinária e consultora da DrogaVET, o exame de sangue que aponta o aumento de gordura sinaliza que há algo mais grave a investigar. Trata-se de um indicador importante, não da doença em si.

Em cães, as causas mais comuns de hipercolesterolemia são hipotireoidismo e diabetes. Em gatos, costuma estar associada a doenças no fígado ou pancreatite, além de obesidade e dietas inadequadas que desordenam o metabolismo lipídico.

A identificação precoce dessas condições é essencial para a longevidade do animal. Em muitos casos, os tutores só descobrem o problema após exames de rotina.

Sinais de alerta costumam ser silenciosos. Em raros, podem aparecer alterações oculares ou lesões cutâneas, reforçando a importância de jejum de 8 a 12 horas antes de exames.

O tratamento busca controlar a doença de base. Mudanças na alimentação, controle de peso e, quando indicado, uso de medicamentos manipulados facilitam a adesão do tutor.

Medicamentos em formato de biscoitos com sabor de picanha ou frango podem aumentar a aceitação pelos pets, ajudando na adesão terapêutica quando necessário.

A prevenção passa pela alimentação balanceada e pela limitação de petiscos, aliados à prática de atividades físicas. Consultas periódicas permitem detectar mudanças antes da evolução do quadro.

Profissionais destacam que manter o metabolismo estável reduz riscos. O objetivo é preservar qualidade de vida e promover longevidade ao melhor amigo do tutor.

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