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Mulher vende promessas de longevidade a mulheres excluídas do clube dos homens

Influenciadora de longevidade diz que ciência baseada em homens exclui mulheres, evidenciando lacuna de gênero no setor

Barnes-Lentz takes in a San Francisco sunrise.
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  • Kayla Barnes-Lentz é influenciadora de longevidade que usa o corpo como laboratório e mantém rotina diária com café proteico, treino, sauna, terapia de luz vermelha e oração.
  • Mesmo em viagem a trabalho, ela reserva momentos para observar o nascer do sol e regular o ritmo circadiano, prática que diz ter respaldo científico.
  • O setor de longevidade vive crescimento intenso, com investimentos globais na área atingindo US$ 8,49 bilhões em 2024, segundo analistas.
  • A ciência fundamental do envelhecimento ainda é baseada predominantemente em corpos masculinos, e grandes nomes do tema, como Bryan Johnson, Andrew Huberman e Peter Attia, estruturaram seus protocolos nesse viés.
  • Barnes-Lentz, 35 anos, afirma que as mulheres foram deixadas de fora da conversa sobre longevidade.

Kayla Barnes-Lentz, influenciadora e empreendedora, ganhou seguidores ao defender que protocolos de bem‑estar baseados em ciências dominadas por homens não atendem metade da população. Ela atua como uma espécie de laboratório vivo para seus próprios experimentos.

Em sua rotina diária, ela mistura treino, sauna, terapia de luz vermelha e oração, mantendo o foco na longevidade. Em uma viagem de trabalho, ela permaneceu em pé sobre uma colina de San Francisco, observando o nascer do sol e defendendo a prática conforme evidências científicas.

O mercado de longevidade tem crescido, com investimentos globais estimados em 8,49 bilhões de dólares em 2024, segundo analistas. O setor é liderado por figuras que pautam protocolos com base em dados de homens, segundo relatos da imprensa especializada.

Desigualdade na pesquisa de envelhecimento

Profissionais que defendem abordagens de saúde feminina dizem que grande parte da ciência foundational da biologia do envelhecimento se baseia em corpos masculinos. Cereais influenciadores conhecidos defendem que mulheres estão fora da conversa central, o que motiva novas leituras e estudos voltados ao sexo feminino.

Entre os nomes citados como exemplos de foco masculino, aparecem Bryam Johnson, Andrew Huberman e Peter Attia, conforme reportagens setoriais. A discussão aponta a necessidade de pesquisas mais inclusivas para ampliar a eficácia de protocolos de longevidade para mulheres.

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