- Estudo nos Estados Unidos com quase quarenta mil pessoas acompanhadas por mais de quinze anos associa consumo de ovos a menor incidência de Alzheimer.
- Quem comia ovos cinco ou mais vezes por semana apresentava risco até 27% menor de desenvolver a doença.
- A colina, nutriente presente nos ovos, participa da produção de acetilcolina, neurotransmissor ligado à memória e ao aprendizado.
- O cérebro depende de colina na comunicação entre neurônios, e o corpo humano produz pouca quantidade desse nutriente.
- Além da colina, pesquisadores observam possíveis efeitos indiretos associados a vitaminas do complexo B, antioxidantes e proteínas.
Um estudo recente dos Estados Unidos associou o consumo frequente de ovos a menor risco de desenvolver Alzheimer. A pesquisa, publicada no Journal of Nutrition, acompanhou quase 40 mil americanos por mais de 15 anos. Quem comia ovos cinco ou mais vezes por semana teve até 27% menos probabilidade de adoecer.
Entre os principais componentes dos ovos, a colina ganhou destaque. O nutriente participa da produção de acetilcolina, neurotransmissor ligado à memória e ao aprendizado. Em doenças degenerativas, como o Alzheimer, a comunicação entre neurônios costuma reduzir.”
O estudo também aponta que o ovo é uma fonte alimentar relevante de colina, já que o corpo humano produz pouco dessa substância. Além da colina, pesquisadores consideram possíveis efeitos indiretos de vitaminas do complexo B, antioxidantes e proteínas presentes no alimento.
O que significa para o público e próximos passos
Especialistas destacam que a associação não estabelece causalidade. Ainda assim, o ovo pode integrar uma dieta equilibrada voltada à saúde cerebral. Pesquisas futuras devem confirmar a relação e esclarecer mecanismo biológico exato envolvido.
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