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Iate de quase 195 m recolhe plástico, leva submarinos a 6.000 m

Iate de luxo vira plataforma de pesquisa oceânica, coletando até cinco toneladas de plástico por dia e abrigando laboratórios e submarinos

Corte técnico mostra laboratórios e hangar científico do REV Ocean
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  • O REV Ocean é um iate de quase 195 metros criado para ciência marinha, com laboratórios, dois helipontos e sistemas para coletar plástico.
  • A embarcação destina 75% do tempo à pesquisa, visando transformar navegação de luxo em plataforma de estudo oceânico.
  • Equipado com dois submarinos (um tripulado e um ROV) que mergulham até seis mil metros, além de moonpool para lançamentos, com capacidade para até trinta e quatro pesquisadores.
  • A coleta de lixo oceânico é central, com potencial para processar até cinco toneladas por dia, sob coordenação da CEO Nina Jensen.
  • Construção iniciou em vinte de dezoito no estaleiro Vard, com entrega prevista para o ano de dois mil e vinte sete, financiada por Kjell Inge Røkke.

O REV Ocean, iate de quase 195 metros, foi desenhado para atuar como plataforma de pesquisa oceânica. Seu objetivo é dedicar 75% do tempo a missões científicas, mantendo a ideia de transformar luxo em ciência marinha.

Encomendado por Kjell Inge Røkke, fundador do grupo Aker, o projeto saiu do papel no estaleiro VARD, na Noruega, em 2017. A construção teve revisões de escopo que ampliaram o casco, com entregas previstas para 2027 após testes de mar.

A embarcação funciona como laboratório flutuante, com laboratórios capazes de abrigar até 34 pesquisadores, dois submarinos e um sistema para operações em profundidades extremas. Um moonpool facilita o lançamento de equipamentos.

Tecnologias a bordo

Dois submarinos avançados — um tripulado e um ROV que mergulha até 6.000 metros — compõem o núcleo subaquático. A nave conta ainda com laboratórios completos, rastreamento acústico HiPAP e espaço para até 34 cientistas em missões simultâneas.

A estrutura inclui impressão 3D para fabricar peças em alto-mar e um hangar para helicópteros, ampliando as capacidades logísticas e de coleta em diversas frentes de estudo.

Coleta de plásticos

Entre as atividades está a coleta ativa de resíduos flutuantes, com capacidade de processar até cinco toneladas por dia em rotas escolhidas. A operação envolve a CEO Nina Jensen, que coordena o acesso de cientistas à plataforma.

O objetivo declarado da fundação sem fins lucrativos associada ao projeto é restaurar ecossistemas oceânicos, complementando a pesquisa com ações de descontaminação e monitoramento ambiental.

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