- Personal trainer Borja Yus afirma que o número de flexões pode indicar a longevidade, com base em estudo científico.
- O estudo acompanhou mais de mil e 100 homens por dez anos, avaliando o desempenho em flexões.
- Em termos de risco cardiovascular, quem fazia menos de dez flexões teve alto risco, enquanto quem fazia mais de quarenta reduziu o risco em 96%.
- A conclusão é que flexões funcionam como indicador de capacidade funcional e condicionamento físico, não como causalidade direta para a longevidade.
- Os autores ressaltam que a relação é associativa, não significa que mais flexões causem menos doenças cardíacas por si só.
Borja Yus, treinador, usa as redes para explicar que o número de flexões pode indicar a saúde geral e até a longevidade. Segundo ele, o desempenho em flexões funciona como um indicador simples de capacidade funcional. A afirmação vem acompanhada de referência a um estudo científico.
Pesquisadores acompanharam mais de 1.100 homens, avaliando o máximo de flexões que conseguiam fazer e, em seguida, monitorando a saúde ao longo de 10 anos. O objetivo foi verificar a relação entre o desempenho nas flexões e problemas cardíacos futuros.
Os resultados mostraram que quem realizava menos de 10 flexões apresentava alto risco de doença cardiovascular. Faixas entre 10 e 20, 21 a 40 e mais de 40 flexões mostraram, respectivamente, risco progressing moderado, baixo e com grande redução do risco.
Estudo e interpretação
Os autores destacaram que a relação observada é de associação, não de causalidade. A capacidade de fazer flexões reflete, entre outros fatores, força, coordenação e condicionamento físico geral, servindo como alerta sobre o estado musculoesquelético.
Não há afirmação de que mais flexões garantam mais anos de vida. A leitura correta é que esse teste simples pode indicar a saúde funcional de uma pessoa e orientar medidas de prevenção. Borja Yus utiliza o tema para discutir hábitos saudáveis.
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