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Nova espécie de peixe batizada em homenagem a Snuffleupagus da Vila Sésamo

Nova espécie de peixe-cachimbo-fantasma é batizada em homenagem a Snuffleupagus; descoberta na Grande Barreira de Corais levou quase vinte e cinco anos

O recém-descoberto peixe-cachimbo-fantasma-peludo e o Sr. Snuffleupagus. — Foto: David Harasti
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  • Pesquisadores anunciaram a descrição de uma nova espécie de peixe-cachimbo-fantasma, batizada Solenostomus snuffleupagus, em homenagem a Snuffleupagus, da Vila Sésamo.
  • A descoberta ocorreu na região da Grande Barreira de Corais, na Austrália, e a confirmação levou quase 25 anos desde o avistamento inicial, em 2001, em Papua-Nova Guiné, por David Harasti.
  • O animal é extremamente camuflado entre corais, algas e pradarias marinhas, devido a apêndices pelo corpo e a padrões de pigmentação.
  • A espécie vive no Indo-Pacífico, em áreas da Austrália, Papua-Nova Guiné, Fiji, Nova Caledônia e Tonga, em águas de rasas a 95 metros de profundidade; em 2020, houve busca direcionada na Barreira de Corais que resultou na observação de um casal macho e fêmea.
  • A Sesame Workshop autorizou o uso do nome do personagem; a instituição ressaltou a conexão entre ciência e imaginação representada pela descoberta.

Uma nova espécie de peixe-cachimbo foi batizada em homenagem ao personagem Snuffleupagus, da Vila Sésamo. O peixe-cachimbo-fantasma ganhou o nome Solenostomus snuffleupagus, na região da Grande Barreira de Corais, na Austrália. A descoberta foi anunciada por pesquisadores.

O animal é conhecido como “peixe-cachimbo-fantasma peludo” pela aparência. A identificação ocorreu apenas recentemente após quase 25 anos de estudo e confirmação de que se trata de uma espécie distinta.

A camuflagem é o principal desafio para a classificação. O peixe se mistura a corais, algas e pradarias com apêndices corporais e padrões de pigmentação, o que dificultou a confirmação formal.

A descoberta aconteceu com o apoio de David Harasti, do Instituto de Pesca de Port Stephens, e com a colaboração de Graham Short, do Museu Australiano e da Academia de Ciências da Califórnia. O avistamento inicial ocorreu em 2001, em Papua-Nova Guiné.

Em 2020, a dupla retomou a busca na Grande Barreira de Corais. Eles localizaram um casal da espécie, macho e fêmea, evidência crucial para a descrição científica.

Aprovação do nome e significado

Os pesquisadores buscaram autorização da Sesame Workshop, que gerencia a Vila Sésamo, para usar o nome do personagem. A aprovação foi recebida com entusiasmo pela entidade, que destaca a relação entre ciência e imaginação.

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