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Alimentos a evitar para prevenir gordura no fígado, segundo especialistas

Gordura no fígado atinge 25 a 30% da população; açúcar excessivo, especialmente em bebidas e ultraprocessados, é principal fator de risco e pode evoluir para cirrose

Ilustração colorida de fígado com problemas - Metrópoles
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  • A gordura no fígado afeta entre vinte e cinco e trinta por cento da população mundial e pode ser evitada com hábitos saudáveis; no Brasil, atinge cerca de um em cada três adultos.
  • Entidades a evitar no dia a dia incluem refrigerantes e sucos artificiais, produtos de padaria com farinha branca (pães, bolos, biscoitos), doces e ultraprocessados com xarope de milho ou açúcar invertido.
  • O excesso de açúcar — especialmente em bebidas adoçadas, doces e ultraprocessados — é o principal fator de risco para a esteatose hepática, mais importante que a gordura na alimentação.
  • A doença costuma ser silenciosa e descoberta em exames de rotina; se não tratada, pode evoluir para hepatite gordurosa, cirrose e até câncer hepático.
  • Sugestões de alimentação e estilo de vida: frutas (com moderação), legumes e verduras; carnes magras e peixes; grãos integrais; oleaginosas e prática regular de atividade física; a esteatose é reversível com mudanças, com orientação de nutricionista e hepatologista.

Muita gente se preocupa com diabetes e pressão alta, mas há um inimigo silencioso também ligado ao estilo de vida: a gordura no fígado, ou esteatose hepática. O problema atinge cerca de 25% a 30% da população mundial e pode ser evitado com hábitos simples.

A principal mensagem é evitar o excesso de açúcar no dia a dia. Alimentos como refrigerantes, sucos artificiais, pães e bolos feitos com farinha branca, doces e ultraprocessados com alto teor de xarope de milho ou açúcar invertido aparecem como principais vilões.

Segundo a nutricionista consultada pela redação, o açúcar supera a gordura como fator de risco para a condição. Ela ressalta que frutose industrializada e carboidratos refinados promovem o acúmulo de gordura no fígado, especialmente em pessoas com sedentarismo ou sobrepeso.

A doença costuma ser silenciosa e somente aparece em exames de rotina. Quando não tratada, pode evoluir para quadros graves como hepatite gordurosa, cirrose e, em alguns casos, câncer hepático, conforme a especialista.

Para reduzir os riscos, a orientação é adotar uma alimentação mais equilibrada: frutas com moderação, legumes, verduras, carnes magras, peixes, grãos integrais e oleaginosas. A prática regular de atividades físicas também é indicada.

A esteatose hepática pode ser reversível com mudanças de hábitos. Reduzir o consumo de açúcar é considerado central. O acompanhamento com nutricionista e hepatologista ajuda a orientar o plano alimentar e a monitorar a função hepática ao longo do tempo.

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