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Chip da NASA permite autonomia de espaçonaves no espaço

Nova geração de chip espacial da NASA promete IA embarcada e maior autonomia, acelerando missões à Lua e Marte e reduzindo dependência da Terra

Novo chip espacial da NASA combina alta potência computacional e resistência extrema ao espaço profundo. (Imagem: NASA/JPL-Caltech)
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  • A NASA está testando um chip espacial de alta performance (SoC) para aumentar a autonomia de futuras missões à Lua, Marte e no espaço profundo.
  • Em testes do Laboratório de Propulsão a Jato, o chip mostrou até 500 vezes mais desempenho que processadores resistentes à radiação usados atualmente.
  • O dispositivo reúne memória, processamento, redes e interfaces em um único chip compacto, do tamanho da palma da mão.
  • A tecnologia permite IA embarcada e tomada de decisão mais rápida, com análises em tempo real, mesmo com atrasos na comunicação com a Terra.
  • A parceria é com a Microchip Technology Inc.; além do espaço, a solução pode ter aplicações em setores terrestres como aviação, automotivo e sistemas inteligentes.

O que acontece: a NASA testa um chip espacial de alta performance capaz de dar autonomia a futuras espaçonaves. O objetivo é permitir que veículos exploratórios operem com IA embarcada, mesmo a milhões de quilômetros da Terra.

Quem está envolvido: o desenvolvimento ocorre pelo programa de Computação Espacial de Alto Desempenho da NASA e envolve o Laboratório de Propulsão a Jato (JPL). A Microchip Technology Inc. atua como parceira na tecnologia de semicondutores.

Quando e onde: os testes são realizados pelo JPL, órgão ligado à NASA, em parceria com a indústria. A informação indica etapas recentes de avaliação, sem detalhar datas específicas.

Por que isso importa: a nova arquitetura SoC incorpora memória, redes, unidades de processamento e interfaces de comunicação num único chip compacto. Segundo os primeiros testes, o desempenho foi até 500 vezes superior ao de processadores resistentes à radiação usados hoje.

Como funciona o avanço: o chip combina processamento acelerado, IA embarcada e resistência a ambientes extremos do espaço, incluindo radiação, temperaturas extremas e partículas energéticas.

O que vem pela frente: a tecnologia pode viabilizar decisões independentes das espaçonaves em missões de Lua, Marte e além. A comunicação com a Terra, com atraso significativo, passa a ser contornada por capacidades locais de tomada de decisão.

Subtítulo: Potenciais aplicações e impactos

Parágrafos entre subtítulo: além das missões autônomas, o projeto pode beneficiar setores terrestres, como aviação, automóveis e sistemas inteligentes, conforme a parceria com a Microchip Technology Inc. A NASA planeja aplicar o processador em sondas, orbitadores e habitats tripulados, abrindo caminho para uma nova geração de espaçonaves mais ágeis e autossuficientes.

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