- Amanda Booth, designer de joias canadense, criou uma linha que utiliza materiais íntimos e restos humanos enviados por clientes do mundo inteiro.
- As peças podem incluir sêmen, placenta e sangue menstrual e são feitas em formatos como pingentes, anéis, brincos e pulseiras.
- A artesã diz receber até 150 encomendas por mês para criar peças altamente pessoais com significado emocional.
- A maioria dos clientes prefere manter a privacidade, embora alguns compartilhem histórias por trás das joias.
- As joias estão disponíveis no site oficial e nas redes sociais, com atendimentos personalizados e workshops de joalheria oferecidos também.
Canadá abriga uma designer que criou uma linha de joias feitas com materiais íntimos e restos humanos enviados por clientes de todo o mundo. Amanda Booth, designer de joias, desenvolveu peças que incluem sêmen, placenta e sangue menstrual, em produção ativa no país.
Ela afirma receber até 150 encomendas por mês, buscando oferecer um significado emocional e simbólico para quem usa as peças. Segundo Booth, as joias representam fases da vida como momentos de perda, conquista ou conexão pessoal.
As peças podem ter formatos variados, como pingentes, anéis, brincos e pulseiras. A artesã diz usar técnicas tradicionais de joalheria com materiais de alta qualidade, assegurando cuidado, higiene e respeito em todo o processo.
A privacidade dos clientes é início de cada projeto: a maioria prefere manter sigilo, mas alguns compartilham histórias por trás das peças, segundo a designer. Para ela, é uma experiência íntima para quem faz a encomenda e para quem recebe.
Apesar da proposta incomum, Booth aponta aceitação positiva do público, com relatos de celebração da vida, maternidade, perda ou superação. As peças podem ser adquiridas via site oficial ou redes sociais.
Ao lado das encomendas, a designer oferece atendimentos personalizados e workshops de joalheria, voltados a quem quiser aprender a transformar restos humanos em joias próprias. Fonte: O Tempo.
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